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1. (Unicamp 2021) A região Nordeste brasileira é marcada por contrastes climáticos: áreas úmidas e áreas com longos períodos de estiagem. O mapa a seguir mostra a variação da umidade por meses em relação à distribuição das chuvas.

Sobre as características climáticas e a distribuição das chuvas na região Nordeste, é correto afirmar:

a) Todas as áreas sem seca ou subsecas recebem umidade da zona de convergência intertropical, além do incremento de vapor d'água do processo de evapotranspiração das florestas tropicais.   

b) No centro do Estado da Bahia localiza-se a principal área no interior da região Nordeste com 1 a 3 meses secos, devido ao efeito orográfico da Chapada Diamantina na formação de chuvas.   

c) O período de estiagem das áreas com 4 a 5 meses secos ocorre no verão, enquanto o das áreas com 6 a 8 meses secos ocorre no outono e inverno na Bahia, e na primavera e verão nos demais Estados.   

d) A distribuição da umidade na região Nordeste tem estreita relação com o tipo de vegetação: nas áreas com 9 a 11 meses secos ocorre a vegetação de caatinga; nas áreas com 6 a 8 meses secos, a vegetação de cerrado.   

2. (Fuvest 2019) À medida que a parcela de ar se eleva na atmosfera, nos limites da troposfera, a temperatura do ar decai a uma razão de 1 °C a cada 100 metros (Razão Adiabática Seca - RAS) ou 0,6 °C a cada 100 metros (Razão Adiabática Úmida - RAU).

Considerando os conceitos e a ilustração, é correto afirmar que as temperaturas do ar, em graus Celsius, T1 e T2, são, respectivamente,

Note e adote:

- Utilize RAS ou RAU de acordo com a presença ou não de ar saturado.

- Tar: temperatura do ar.

 

a) 8,0 e 26,0   

b) 12,8 e 28,0   

c) 12,0 e 26,0   

d) 12,0 e 20,4   

e) 11,6 e 20,4   

3. (Fuvest 2020) Um vídeo do astrônomo Carl Sagan em seu programa dos anos 1980, Cosmos, conta a história de Eratóstenes, demonstrando como os gregos antigos já haviam descoberto que a Terra é uma esfera (geoide). Para fazer isso, Eratóstenes observou a sombra de duas colunas no solstício de verão; uma coluna foi colocada em Alexandria e outra em Siena (atualmente Assuan), ambas no Egito. Ele notou que em Siena, ao meio dia, o Sol ficava em seu ponto mais alto e a coluna lá instalada projetava uma sombra com ângulo diferente daquela projetada em Alexandria. Sagan explica então que, se a Terra fosse plana, ambas as estruturas produziriam sombras iguais, mas como o planeta é esférico, o sombreamento varia.

Disponível em https://revistagalileu.globo.com/. Adaptado. 2019.

A esfericidade do Planeta Terra demonstrada por Eratóstenes e relembrada por Carl Sagan explica, em conjunto com outros fatores,

a) a ocorrência de dias mais longos e com maior insolação no Hemisfério em que está ocorrendo o inverno e de dias mais curtos e com menor insolação no Hemisfério em que está ocorrendo o verão.    

b) a ocorrência das estações do ano, sendo que, no Hemisfério Norte, há o solstício de verão em dezembro e, no Hemisfério Sul, o solstício de inverno em junho.    

c) a existência de zonas climáticas, em razão das variações de altitude que intensificam a radiação solar nos polos Norte e Sul.    

d) a ocorrência das estações do ano, que caracterizam o Equinócio de primavera no Hemisfério Sul em março e o Equinócio de outono no Hemisfério Norte em setembro.   

e) a existência de zonas climáticas, em função da maior intensidade da radiação solar na região equatorial quando comparada à incidência nos polos.    

4. (Unesp 2021) As anomalias observadas no mapa promovem

a) estiagens severas na região Nordeste do Brasil.   

b) secas prolongadas no sudeste do continente asiático.   

c) menor precipitação na região Sul do Brasil.   

d) longos períodos chuvosos no litoral do Chile.   

e) chuvas intensas na porção sul dos Estados Unidos.   

5. (Fgv 2020) Entre os dias 23 e 28 de março deste ano, a Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN) previu e acompanhou a evolução da Tempestade Tropical “Iba”. Primeiro ciclone tropical a ser nomeado segundo a lista estabelecida em 2011, o fenômeno deixou a comunidade marítima em alerta e gerou grande interesse no público em geral.

(www.marinha.mil.br, 02.04.2019. Adaptado.)

O ciclone mencionado no excerto é decorrente

a) de centros de baixa pressão atmosférica que se formam no oceano e possuem um núcleo quente e úmido.   

b) de centros de alta pressão atmosférica que se formam no oceano e possuem um núcleo frio e úmido.   

c) da formação de massas de ar que se formam no oceano e possuem ventos quentes e úmidos.   

d) da dinâmica das correntes marítimas que se formam no oceano e produzem ventos quentes e úmidos.   

e) do desenvolvimento de nuvens estratificadas que se formam nos litorais quentes e úmidos.   

6. (Fgvrj 2020) Na noite do dia 8 de abril de 2019, a cidade do Rio de Janeiro viveu um dramático evento meteorológico, recebendo um volume de chuva extremo. Mais uma vez, a capital fluminense ficou debaixo d'água. Em 4 horas, choveu de 100 a 200mm em vários bairros, superando a média local para o mês de abril. Esse episódio resultou de uma situação meteorológica básica, ilustrada no mapa a seguir.

a) A passagem de uma frente fria deu origem a uma área de baixa pressão atmosférica entre o litoral de São Paulo e o do Rio de Janeiro, o que forçou a concentração de umidade e estimulou a formação de nuvens de chuva.   

b) A água do mar entre o litoral de São Paulo e o do Rio de Janeiro apresentou temperaturas acima do normal, o que aumentou a evaporação, e, assim, mais umidade ficou disponível para a formação e manutenção das nuvens de chuva.   

c) A circulação de ventos no sentido horário, formando um “cavado” a 5.000m de altitude, forçou a concentração de umidade ao longo do litoral do Rio de Janeiro, o que aumentou a intensidade das chuvas.   

d) A presença da uma baixa pressão atmosférica deu origem aos ventos de sudoeste e sul no litoral do Rio de Janeiro, que, ao se deslocarem, carregados de umidade oceânica, foram barrados pelas encostas do Maciço da Tijuca.   

e) A influência oceânica foi limitada pela ação do centro de baixa pressão, que, ao diminuir a velocidade dos ventos e a umidade do ar, tornou possível a ocorrência de chuvas extremas.   

7. (Fuvest 2020) Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), foram registradas temperaturas reduzidas no mês de junho de 2016, tal como na madrugada do dia 13, em que se alcançou a mínima de 3,5 °C na estação meteorológica da Serra da Cantareira, na cidade de São Paulo. Além disso, de acordo com o Instituto, também ocorreram precipitações acima da média, com mais de 200mm no total daquele mês.

Associando a representação esquemática aos eventos descritos, analise as seguintes afirmações:

I. O ar mais frio e denso eleva o ar mais quente, podendo originar nuvens com potencial para tempestades e precipitações.

II. Instabilidades atmosféricas podem ser geradas em razão de o ar quente ser elevado rapidamente pelo sistema frontal.

III. O encontro de massas de ar estabiliza as condições atmosféricas com o avanço e dissipação da massa de ar tropical.

É correto apenas o que se afirma em

a) I.    

b) II.    

c) I e II.    

d) I e III.    

e) II e III.    

8. (Enem 2019) No Hemisfério Sul, a sequência latitudinal dos desertos representada na imagem sofre uma interrupção no Brasil devido à seguinte razão:

a) Existência de superfícies de intensa refletividade.    

b) Preponderância de altas pressões atmosféricas.    

c) Influência de umidade das áreas florestais.    

d) Predomínio de correntes marinhas frias.    

e) Ausência de massas de ar continentais.   

9. (Acafe 2019) A imagem abaixo aborda a tipologia climática do território brasileiro, que resulta da conjunção entre elementos atmosféricos e fatores geográficos.

A esse respeito, assinale a alternativa correta. 

a) A dinâmica das massas de ar e de frentes frias interfere nas ocorrências climáticas brasileiras. A Massa Tropical Continental (MTC) evidencia-se como um bolsão de ar de características próprias, formando-se na região Nordeste do Brasil, no final do inverno e início da primavera, antes de começar a estação seca. Assim, sobre a área, forma-se uma condição de divergência atmosférica, que dá origem a uma massa de ar quente e úmida.   

b) A dinâmica das massas de ar e de frentes frias interfere nas ocorrências climáticas brasileiras. A Massa de Ar Equatorial Continental (MEC), localizada sobre a Planície Amazônica, possui características de elevadas temperaturas e de alta umidade e se origina sobre uma superfície com farta e caudalosa rede de drenagem coberta por uma exuberante e densa floresta, além de ter sua atmosfera enriquecida com a umidade oceânica proveniente de leste e de nordeste.   

c) Um dos fatores que determina as condições climáticas brasileiras é a configuração geográfica com o território em disposição triangular, cuja maior extensão dispõe-se nas proximidades da Linha do Equador, afunilando-se em direção sul. Outro fator é a disposição do relevo em consideráveis altitudes, com médias acima de 3.000 metros, que torna o clima com características de temperado a frio em uma área considerável do território brasileiro.   

d) Um dos fatores que determina as condições climáticas brasileiras é a sua configuração geográfica com o território em disposição triangular, cuja maior extensão dispõe-se nas proximidades da Linha do Equador, afunilando-se em direção sul. Outro fator atuante em território brasileiro é a maritimidade, pois o litoral tem uma considerável extensão e é banhado por águas quentes. A continentalidade, porém, não é considerada um fator climático que influencia o território brasileiro.   

10. (Enem PPL 2019) Um estudante leu em um site da internet que os povos antigos determinavam a duração das estações do ano observando a variação do tamanho da sombra de uma haste vertical projetada no solo. Isso ocorria porque, se registrarmos o tamanho da menor sombra ao longo de um dia (ao meio-dia solar), esse valor varia ao longo do ano, o que permitiu aos antigos usar esse instrumento rudimentar como um calendário solar primitivo. O estudante também leu que, ao longo de um ano (sempre ao meio-dia solar): (I) a sombra é máxima no solstício de inverno; e (II) a sombra é mínima no solstício de verão.

O estudante, que morava em Macapá (na Linha do Equador), ficou intrigado com essas afirmações e resolveu verificar se elas eram verdadeiras em diferentes regiões do mundo. Contactou seus amigos virtuais em Salvador (Região Tropical) e Porto Alegre (Região Temperada) e pediu que eles registrassem o tamanho da menor sombra de uma haste vertical padronizada, ao longo do dia, durante um ano. Os resultados encontrados estão mostrados esquematicamente no gráfico (SV: Solstício de Verão; SI: Solstício de Inverno; E: Equinócio): 

Qual(is) cidade(s) indicada(s) no texto e no gráfico contradiz(em) a afirmação II?

a) Salvador.   

b) Porto Alegre.   

c) Macapá e Salvador.   

d) Macapá e Porto Alegre.   

e) Porto Alegre e Salvador.   

11. (Fuvest 2018) O Brasil possui um território extenso, com 92% pertencentes à zona intertropical. As massas de ar que atuam em território brasileiro possuem influências oceânicas e continentais.  

Sobre as características dessas massas de ar, é correto afirmar:

a) W representa a Massa Equatorial Atlântica de ar quente e úmido, responsável pela grande umidade na Amazônia.   

b) Y indica a Massa Polar Atlântica, que se desloca a partir do sul em direção ao norte do território brasileiro e tem como característica a presença de ar frio, podendo atingir a região Centro-Oeste no inverno.   

c) Z indica a Massa Tropical Continental, que tem como característica a presença de ar quente e úmido, ocasionando alagamentos no Centro-Oeste no inverno.   

d) X indica a Massa Equatorial Continental de ar quente e seco, que atua no nordeste do litoral brasileiro.   

e) V representa a Massa Temperada Atlântica de ar frio e seco, que atua no sul do litoral brasileiro.  

12. (Unicamp 2018) 

O climograma acima refere-se a uma região

a) subtropical, onde as temperaturas mais altas estão concentradas no verão e as precipitações estão concentradas no outono.   

b) polar, onde as temperaturas mais baixas estão concentradas no inverno e as precipitações estão bem distribuídas ao longo do ano.   

c) tropical, onde as altas temperaturas estão bem distribuídas ao longo de todo o ano e as precipitações estão concentradas no verão.   

d) temperada, onde as temperaturas médias mantêm-se ao longo de todo o ano e as precipitações estão concentradas no inverno.   

13. (Enem 2018) 

TEXTO I

Há mais de duas décadas, os cientistas e ambientalistas têm alertado para o fato de a água doce ser um recurso escasso em nosso planeta. Desde o começo de 2014, o Sudeste do Brasil adquiriu uma clara percepção dessa realidade em função da seca.


TEXTO II

Dinâmicas atmosféricas no Brasil

Elementos relevantes ao transporte de umidade na América do Sul a leste dos Andes pelos Jatos de Baixos Níveis (JBN), Frentes Frias (FF) e transporte de umidade do Atlântico Sul, assim como a presença da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), para um verão normal e para o verão seco de 2014. “A” representa o centro da anomalia de alta pressão atmosférica.

De acordo com as informações apresentadas, a seca de 2014, no Sudeste, teve como causa natural o(a) 

a) constituição de frentes quentes barrando as chuvas convectivas.    

b) formação de anticiclone impedindo a entrada de umidade.    

c) presença de nebulosidade na região de cordilheira.    

d) avanço de massas polares para o continente.    

e) baixa pressão atmosférica no litoral.    

14. (Ueg 2019) Valores anormais de um estado climático médio observado ao longo do tempo são comumente chamados de ‘eventos extremos’. Esses eventos ocorrem em escalas temporais que variam de horas, dias e até mesmo milênios [...]. Dependendo das vulnerabilidades existentes, esses eventos podem impactar seriamente os sistemas humanos atingidos, ocasionando um desastre natural. Dessa forma, a ocorrência de desastres suscita e expõe a vulnerabilidade das populações, alterando o funcionamento das sociedades e o bem-estar social.

Extremos climáticos e desastres naturais. Osvaldo Luiz Leal de Moraes e José Antônio Marengo Orsini. Revista Opiniões. Disponível em: <https://florestal.revistaopinioes.com.br/revista/detalhes/9-extremos-climaticos-e-desastres-naturais/>. Acesso em: 14 mar. 2019.

Conforme o texto, há eventos extremos correlacionados com o tempo e com o clima. São exemplos de eventos extremos ligados ao tempo: 

a) extremos de chuvas e enchentes que ocorrem com frequência cada vez maior durante alguns dias de verão em grandes cidades como São Paulo e Rio de Janeiro.    

b) tendências positivas na frequência de noites e dias quentes e tendências negativas na frequência de noites e dias frios, consistentes com um cenário de aquecimento global.    

c) aumento na intensidade de episódios e frequência de dias com chuva intensa num período de mais de três décadas.    

d) aumento da intensidade dos raios solares observados na superfície terrestre devido à redução da camada de ozônio.    

e) aumento dos índices de evapotranspiração, contribuindo significativamente para aumentar as temperaturas e a quantidade de chuvas no verão em áreas urbanas.    

15. (Enem 2017) 


No dia em que foram colhidos os dados meteorológicos apresentados, qual fator climático foi determinante para explicar os índices de umidade relativa do ar nas regiões Nordeste e Sul?

a) Altitude, que forma barreiras naturais.   

b) Vegetação, que afeta a incidência solar.   

c) Massas de ar, que provocam precipitações.   

d) Correntes marítimas, que atuam na troca de calor.   

e) Continentalidade, que influencia na amplitude da temperatura.   

16. (Ufjf-pism 1 2016) Pulmão do mundo. No que você pensa ao ouvir essa expressão? Ora, só dá para imaginar que a Amazônia é a maior produtora mundial do oxigênio que mantém a Terra viva! Acontece que essa história de "pulmão do mundo" é uma enorme bobagem. (...) E mais: florestas como a Amazônia, segundo os cientistas, são ambientes em clímax ecológico. Isso quer dizer que elas consomem todo – ou quase todo – o oxigênio que produzem. 

Disponível em: <http://brasilnomundo.org.br/analises-e-opiniao/como-o-brasil-vai-implantaros-objetivos-do-desenvolvimento-sustentavel-ods/#.Viv8fCtmM0p>. Acesso em: 20 out. 2015.

O verdadeiro “pulmão do mundo” são

a) as algas marinhas, uma vez que produzem mais oxigênio pela fotossíntese do que precisam na respiração.   

b) as áreas cultivadas, porque impedem que os raios solares transformem o oxigênio em gás carbônico.   

c) as estepes e campos que, devido à vegetação de gramíneas, consomem menos oxigênio do que produzem.   

d) os bosques e florestas, porque seus arbustos promovem a absorção do oxigênio através de suas folhas.   

e) os continentes gelados que durante o degelo promovem a liberação de oxigênio para a atmosfera.   

17. (Upe-ssa 2 2016) Observe atentamente a figura a seguir:

Essa situação atmosférica é típica em anos nos quais

a) só sopram, sobre o Nordeste brasileiro, os ventos planetários alísios de nordeste.   

b) se instalam, sobre a região Sul do Brasil, fluxos de ar polar setentrional.   

c) se configura o fenômeno “El Niño”.   

d) se espalham anomalias térmicas negativas na superfície das águas do Pacífico Equatorial.   

e) só agem, sobre a região Sudeste do Brasil, os fluxos de ar advectivo polar.   

18. (Ufrgs 2013) O mapa abaixo representa os estudos realizados pelo geógrafo brasileiro Aziz Nacib Ab’Saber, sobre os domínios morfoclimáticos do Brasil, que resultam da interação entre relevo, clima e vegetação.

Considere as seguintes afirmações a respeito dos domínios morfoclimáticos e a respectiva localização no mapa.

     I.     Domínio da Caatinga (1 no mapa): relevo formado por depressões e planaltos. Possui clima semiárido, com chuvas concentradas em alguns meses do ano. A vegetação de arbustos espinhosos e cactáceas sofre alterações desde a época do Brasil colônia.

   II.     Domínio do Cerrado (2 no mapa): a vegetação tem sido intensamente alterada para dar lugar às áreas de pastagens e para a instalação de lavouras (sobretudo o cultivo da soja).

III.     Domínio das Araucárias (3 no mapa): região caracterizada pela presença de planaltos em estruturas dobradas, com muitas serras e morros.

 IV.     Faixas de Transição (4 no mapa): áreas intermediárias que possuem características ambientais de dois ou mais domínios morfoclimáticos, como é o caso do Pantanal mato-grossense. 

Quais estão corretas?
a) Apenas I e II.
b) Apenas I e III.
c) Apenas II e III.
d) Apenas II e IV.
e) Apenas III e IV.

19. (Ufrn 2013) Os fragmentos textuais a seguir apresentam informações sobre fenômenos climáticos contrastantes, que ocorrem num mesmo período, em diferentes regiões do Brasil.
Um total de 800 municípios do Nordeste se encontra em situação de emergência devido à seca, depois de o Governo declarar, nesta sexta-feira, que 25 novas cidades do estado da Paraíba estão nessa circunstância.

Disponível em: <http://noticias.r7.com/internacional/ noticias/seca-no-nordeste-deixa-800-municipios-em-situacao-de-emergencia-20120601.html>. Acesso em: 4 jun. 2012.

No Amazonas, mais de 80 mil famílias sofrem com a cheia dos rios, 50 municípios permanecem em situação de emergência, incluindo a capital, e outros 3 continuam em estado de calamidade. Em Manaus, o Rio Negro continua subindo, mas apenas um centímetro por dia. Ontem, a cota foi de 29,97 metros.

Disponível em:<http://www.dgabc.com.br/News/5960490/ cheia-no-amazonas-afeta-mais-de-80-mil-familias.aspx>. Acesso em: 04 jun. 2012.

 

Entre outros fatores, a ocorrência dos fenômenos climáticos está associada

a) à posição do Sertão do Nordeste como uma área de convergência de massas de ar e à atuação da massa Tropical Atlântica na Amazônia.

b) à predominância do relevo de planície no Sertão do Nordeste e à localização em zona de alta latitude na Amazônia.

c) à perda de umidade das massas de ar que circulam sobre o Sertão do Nordeste e à atuação da massa Equatorial Continental na Amazônia.

d) à posição do Sertão do Nordeste como área de dispersão de massas de ar e à localização da Amazônia em zona de baixa latitude.


20. (Espm 2013) 
A alternativa que encerra corretamente o tipo climático e o respectivo gênero agríco­la cultivado em larga escala atualmente é:

 

a) 2 Tropical típico, Trigo
b) 3 Árido, Cacau
c) 4 Tropical úmido, Soja
d) 5 Subtropical, Fruticultura de irrigação
e) 6 Tropical de altitude, Café

21. (Uepb 2013) Em uma das suas músicas mais famosas, o cantor Jorge Bem Jor diz: “moro num país tropical abençoado por Deus e bonito por natureza”. Como 90% do território brasileiro encontra-se entre os Trópicos de Câncer e Capricórnio, vivemos, sim, num país tropical. No entanto, o espaço brasileiro não se limita apenas ao clima tropical, existem outras variações climáticas. Os elementos mais utilizados para definir os tipos de clima são o volume das precipitações e as médias de temperaturas anuais.

De acordo com as informações do texto e seus conhecimentos sobre o tema, os CLIMOGRAMAS abaixo retratam os climas:

a) equatorial e tropical de altitude
b) subtropical e semiárido
c) semiárido e tropical atlântico
d) subtropical e equatorial
e) equatorial e tropical de semiárido

22. (Unicamp 2013) O esquema abaixo representa a entrada de uma frente fria, uma condição atmosférica muito comum, especialmente nas regiões Sul e Sudeste do Brasil. Sobre esta condição é correto afirmar que:

a) É típica de inverno, quando massas frias atravessam essas regiões, provocando inicialmente uma precipitação e, na sequência, queda da temperatura e tempo mais seco.

b) Trata-se da chegada de uma massa quente, que ocorre tanto no verão quanto no inverno, provocando intensas chuvas, sendo comuns a ocorrência de tempestades e o aumento significativo na temperatura.

c) O contato entre as massas de ar indica fortes chuvas, de tipo orográficas, que permanecem estacionadas num mesmo ponto durante vários dias.

d) As precipitações de tipo convectivas ocorrem especialmente nos meses de verão, sendo comum a ocorrência de chuvas de granizo no final da tarde.

23. (IFBA 2012) Frente fria baixou a temperatura em Salvador

Frio e calor são relativos. Tudo depende do padrão normal de temperatura do lugar, em cada época do ano. Maio e junho são períodos de frentes frias grandes e fortes que chegam a Salvador. É um mês de chuva na capital baiana e de ventos frios, de origem polar, que baixam a temperatura junto com a chuva. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, a temperatura máxima em Salvador, nesta sexta-feira, foi de apenas 26°C. A tarde de hoje foi uma das mais amenas na capital baiana. A passagem de uma frente fria deixou a cidade com excesso de nuvens, provocou chuva e também levou o vento frio polar para Salvador. A menor temperatura máxima registrada este ano em Salvador foi de 25°C, em 19 de maio. Ontem, a máxima foi de 25,3°C, a segunda mais baixa do ano.

Disponível em: http://www.climatempo.com.br. Acesso em: 3 de julho de 2011.

De acordo com o texto e os seus conhecimentos sobre a dinâmica das massas de ar no território brasileiro, pode-se afirmar que

a) no inverno, a Massa Equatorial Continental quente e úmida, originária da Amazônia, ao chegar até o litoral da Bahia, onde ocorre um clima úmido, provoca chuva e elevação da temperatura.

b) a Massa Equatorial Atlântica, originaria da Região Sul, ao se deslocar para o nordeste do território brasileiro, provoca queda de temperatura e ocasiona grande precipitação.

c) a Massa Polar Atlântica, originária do sul da Argentina, fria e com pouca umidade, ao se deslocar até o litoral nordestino, encontra-se com a Massa Tropical Atlântica, provocando chuvas frontais e queda de temperatura.

d) a Massa Tropical Atlântica, formada sobre o Oceano Atlântico, na região do Trópico de Câncer, provoca grande precipitação e queda de temperatura ao se chocar com a Massa Equatorial Atlântica, estacionada na Região Nordeste do Brasil.

e) durante o inverno, a Massa Polar Atlântica fria e úmida, ao se deslocar para o litoral nordestino, provoca elevação de temperatura e tempo estável.

24. (Uespi 2012) A Amazônia brasileira possui um elevado índice médio anual de chuvas que se reflete nitidamente em diversos aspectos paisagísticos. Essas chuvas dominantes na região são decorrentes:

a) da ascensão do ar em face das elevações do Planalto Central e da cobertura vegetal nele predominante.

b) dos baixos valores de evapotranspiração potencial existentes na região.

c) da ascensão do vapor d’água das partes mais inferiores da troposfera; o ar aquecido ascendente se resfria e se condensa.

d) do encontro de massas de ar termicamente diferentes com predomínio de anticiclones.

e) da baixa nebulosidade dominante e das densas florestas perenifólias que propiciam a ascensão orográfica do ar úmido.

25. (Pucsp 2012) Observe o gráfico:



Você examinou o climograma da cidade de Teresina. Ele retrata algumas características climáticas da área e sobre elas pode-se afirmar que 

a) o climograma mostra uma variação nas precipitações, com estação seca marcada, que é típico das localidades nessa latitude.

b) a estação chuvosa marcada e a estabilidade nos níveis de temperaturas correspondem à entrada de massas quentes e úmidas em Teresina.

c) temperaturas altas e constantes, média precipitação anual correspondem a um clima tropical e seco, devido, entre outros motivos, à continentalidade.

d) climas com boa variação nas médias térmicas mensais, como mostra o climograma, são típicos de localidades nessa faixa de latitude.

e) trata-se de um clima tropical úmido, o que fica marcado por uma estação chuvosa e uma estação seca não muito acentuada.

26. (Unesp 2013) Para o geógrafo Aziz Nacib Ab’Sáber, o domínio morfoclimático e fitogeográfico pode ser entendido como um conjunto espacial extenso, com coerente grupo de feições do relevo, tipos de solo, formas de vegetação e condições climático-hidrológicas.

São características do domínio morfoclimático dos Mares de Morros:

a) relevo com morros residuais; solos litólicos; vegetação formada por cactáceas, bromeliáceas e árvores; clima semiárido.

b) relevo com topografia mamelonar; solos latossólicos; floresta latifoliada tropical; climas tropical e subtropical úmido.

c) relevo de chapadas e extensos chapadões; solos latossólicos; vegetação com arbustos de troncos e galhos retorcidos; clima tropical.

d) relevo de planaltos ondulados; manchas de terra roxa; vegetação de pinhais altos, esguios e imponentes; clima temperado úmido de altitude.

e) relevo baixo com suaves ondulações; terrenos basálticos; vegetação herbácea; clima subtropical.

27. (Ufrn 2013) O Rio Grande do Norte apresenta a maior parte do seu território inserido na sub-região do Sertão, onde predomina o clima Tropical Semiárido, que se caracteriza por elevadas temperaturas e baixos índices pluviométricos. No entanto, nessa mesma sub-região, há ocorrência do clima Tropical Sub-úmido, conforme pode ser observado no mapa a seguir.


Na área destacada por um círculo no mapa, as temperaturas amenas ocorrem devido à influência

a) do relevo de altitudes mais baixas.

b) da localização geográfica em zona de baixa latitude.

c) do relevo de altitudes mais elevadas.

d) da localização geográfica em zona de alta latitude.