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1. (Unesp 2021)  Pode acontecer que, para a educação do verdadeiro filósofo, seja preciso que ele percorra todas as gradações nas quais os “trabalhadores da filosofia” estão instalados e devem permanecer firmes: ele deve ter sido crítico, cético, dogmático e histórico e, ademais, poeta, viajante, moralista e vidente e “espírito livre”, tudo enfim para poder percorrer o círculo dos valores humanos, dos sentimentos de valor, e poder lançar um olhar de múltiplos olhos e múltiplas consciências, da mais sublime altitude aos abismos, dos baixios para o alto. Mas tudo isso é apenas uma condição preliminar da sua incumbência. Seu destino exige outra coisa: a criação de valores.

(Friedrich Nietzsche. Além do bem e do mal, 2001. Adaptado.)

No texto, Nietzsche propõe que a formação do filósofo deve

a) assegurar e manter os poderes políticos do governante.   

b) conhecer e extrapolar as práticas de vida, os sentimentos e os valores presentes na sociedade.   

c) privilegiar e fortalecer o papel da religião nas atitudes críticas perante a vida e os humanos.   

d) restringir-se ao terreno da reflexão na busca por uma verdade absoluta.   

e) retomar a origem una e indivisível dos humanos, na busca de sua liberdade de natureza.   

2. (Enem 2021) Minha fórmula para o que há de grande no indivíduo é amor fati: nada desejar além daquilo que é, nem diante de si, nem atrás de si, nem nos séculos dos séculos. Não se contentar em suportar o inelutável, e ainda menos dissimulá-lo, mas amá-lo.

NIETZSCHE apud FERRY L. Aprender a viver: filosofia para os novos tempos. Rio da Janeiro: Objetiva, 2010 (adaptado).

Essa fórmula indicada por Nietzsche consiste em uma crítica à tradição cristã que

a) combate as práticas sociais de cunho afetivo.   

b) impede o avanço científico no contexto moderno.   

c) associa os cultos pagãos à sacralização da natureza.   

d) condena os modelos filosóficos da Antiguidade Clássica.   

e) consagra a realização humana ao campo transcendental.   

3. (Ufu 2020) Leia a descrição dos dois conjuntos de valores morais do filósofo Friedrich Nietzsche (1844-1900).

Uma moral é caracterizada por valorizar a saúde, a vida e não acreditar em qualquer valoração no além da vida ou ideal ascético. A outra moral tem como principal característica a valoração da bondade e da virtude.

Assinale a alternativa que apresenta os conceitos que são definidos por esses dois conjuntos de valores morais.

a) Moral dos padres e moral protestante.   

b) Moral do senhor e moral dos nobres.   

c) Moral dos escravos e moral religiosa.   

d) Moral dos nobres e moral do escravo.   

4. (Uece 2020) A refilmagem, deste ano, do clássico personagem “Coringa” provocou discussões sobre seus significados no plano sociopolítico. Analisando as várias versões inspiradas no HQ da DC Comics, Fabrício Moraes descreve o Coringa como o id, o impulso destrutivo e caótico, mas também criativo e artístico. Batman seria o superego, o juiz punitivo e ordenador da cidade, o arquétipo do guardião que afronta e interpõe limites a um território. O Coringa seria a face da comédia, Batman não se livra da face da tragédia. Neste sentido, o filme Coringa nos mostraria que o aspecto lúdico só tem pleno sentido se coexiste com a vida da sobriedade. Coringa e Batman são indissociáveis.

Ver: MORAES, Fabrício. ‘Coringa’: A raiva de Caliban por se ver no espelho. In Revista Amálgama. Disponível em: https://www.revistaamalgama.com.br.

Considerando a análise acima, é correto dizer que está amparada teoricamente

a) na noção estético-moral de Nietzsche em O nascimento da tragédia, onde ordem e caos se equilibram e fazem nascer o humano: Coringa e Batman são indissociáveis como Dionísio (loucura) e Apolo (razão).   

b) na teoria política marxista, que concebe as relações sociais mascaradas pela ideologia de classe, o que necessariamente provoca o conflito social: Coringa e Batman são representações da luta de classes.   

c) na definição de arte dos filósofos gregos como Aristóteles, cuja ideia fundamental era a de mímesis, ou seja, de imitação ou representação da realidade: Coringa e Batman são representações do ser e do não ser.   

d) na concepção moral agostiniana, na qual o bem e o mal, o pecado e a graça, a cidade dos homens e a cidade de Deus coabitam no interior de cada indivíduo: Coringa e Batman são representações dessa contradição.    

5. (Uece 2020) Leia com atenção a passagem a seguir que expõe parte da crítica feita por Friedrich Nietzsche ao edifício moral construído no ocidente:

"Mas que quer ainda você com ideais mais nobres! Sujeitemo-nos aos fatos: o povo venceu – ou 'os escravos', ou 'a plebe', ou 'o rebanho', ou como quiser chamá-lo se isto aconteceu graças aos judeus, muito bem! Jamais um povo teve missão maior na história universal. 'Os senhores' foram abolidos; a moral do homem comum venceu. A 'redenção' do gênero humano (do jugo dos 'senhores') está bem encaminhada; tudo se judaíza, cristianiza, plebeíza visivelmente (que importam as palavras!)”.

Nietzsche, Friedrich. Para a genealogia da moral - Prólogo.

Considerando a compreensão de Nietzsche acerca do fundamento moral do ocidente, assinale a afirmação verdadeira.

a) Segundo Nietzsche, a verdade e a moral propostas pelos gregos e pelo cristianismo são instrumentos que os fracos inventaram para submeter e controlar os fortes e instaurar uma moral do rebanho.   

b) Em Nietzsche, encontra-se uma defesa ferrenha dos princípios morais elaborados pela filosofia grega clássica platônica e aristotélica que tem a razão como elemento condutor da ação moral.   

c) Para Nietzsche, a moralidade instaurada pelo cristianismo foi fundamental na instituição de uma cultura forte, moralmente ancorada na figura poderosa e altiva de Cristo, modelo para o líder.   

d) Na perspectiva Nietzschiana, a moral dos senhores e da aristocracia que sempre prevaleceu entre os povos da antiguidade, reforçada pela religião cristã, enfraqueceu o homem tornando-o submisso.   

6. (Enem PPL 2019) Eis o ensinamento de minha doutrina: “Viva de forma a ter de desejar reviver – é o dever –, pois, em todo caso, você reviverá! Aquele que ama antes de tudo se submeter, obedecer e seguir, que obedeça! Mas que saiba para o que dirige sua preferência, e não recue diante de nenhum meio! É a eternidade que está em jogo!”.

NIETZSCHE apud FERRY, L. Aprender a viver: filosofia para os novos tempos. Rio de Janeiro: Objetiva, 2010 (adaptado).

O trecho contém uma formulação da doutrina nietzscheana do eterno retorno, que apresenta critérios radicais de avaliação da

a) qualidade de nossa existência pessoal e coletiva.   

b) conveniência do cuidado da saúde física e espiritual.   

c) legitimidade da doutrina pagã da transmigração da alma.   

d) veracidade do postulado cosmológico da perenidade do mundo.   

e) validade de padrões habituais de ação humana ao longo da história.   

7. (Ufu 2019) [...] a palavra “bom”, de antemão, não se prende necessariamente a ações “não-egoístas”; como é a superstição daqueles genealogistas da moral. Em vez disso, somente com um declínio de juízos de valor aristocráticos acontece que essa oposição “egoísta” – “não-egoísta” se imponha mais e mais à consciência humana – é, para me servir de minha linguagem, o instinto de rebanho que, com ela, afinal, toma a palavra (e também as palavras).

NIETZSCHE, Friedrich. Para a genealogia da moral. Os Pensadores. Trad. LEBRUN, G. São Paulo: Nova Cultural, 1999. p. 342.

De acordo com o conteúdo da citação, assinale a alternativa que nomeia um dos conceitos mais importantes da filosofia nietzschiana.

a) Impulso apolíneo.   

b) Impulso dionisíaco.   

c) Vontade de potência.   

d) Transvaloração dos valores.    

8. (Uece 2019) “[N]ão existe contraposição maior à exegese e justificação puramente estética do mundo [...] do que a doutrina cristã, a qual é e quer ser somente moral, e com seus padrões absolutos, já com sua veracidade de Deus, por exemplo, desterra a arte, toda arte, ao reino da mentira – isto é, nega-a, reprova-a, condena-a.”

NIETZSCHE, F. O nascimento da tragédia, ou helenismo e pessimismo. – “Tentativa de autocrítica”. São Paulo: Companhia das Letras, 1992, p. 19. 

Nessa passagem, Nietzsche

a) apoia a valorização moral da obra de arte, negando que seja possível obras de arte divergentes da moral cristã.    

b) defende uma arte verdadeira, contra a arte cristã, que adere à mentira, pois não passa de uma moral.    

c) concebe que os padrões absolutos do cristianismo são supraestéticos, suprassensíveis, e por isso valorizam a arte.    

d) critica a concepção moral da existência em defesa do caráter sensível, estético do mundo, tal como se configura na arte.    

9. (Unesp 2018) Convicção é a crença de estar na posse da verdade absoluta. Essa crença pressupõe que há verdades absolutas, que foram encontrados métodos perfeitos para chegar a elas e que todo aquele que tem convicções se serve desses métodos perfeitos. Esses três pressupostos demonstram que o homem das convicções está na idade da inocência, e é uma criança, por adulto que seja quanto ao mais. Mas milênios viveram nesses pressupostos infantis, e deles jorraram as mais poderosas fontes de força da humanidade. Se, entretanto, todos aqueles que faziam uma ideia tão alta de sua convicção houvessem dedicado apenas metade de sua força para investigar por que caminho haviam chegado a ela: que aspecto pacífico teria a história da humanidade!

(Nietzsche. Obras incompletas, 1991. Adaptado.)

Nesse excerto, Nietzsche

a) defende o inatismo metafísico contra as teses empiristas sobre o conhecimento.   

b) valoriza a posse da verdade absoluta como meio para a realização da paz.   

c) defende a fé religiosa como alicerce para o pensamento crítico.   

d) identifica a maturidade intelectual com a capacidade de conhecer a verdade absoluta.   

e) valoriza uma postura crítica de autorreflexão, em oposição ao dogmatismo.   

10. (Enem PPL 2018) Jamais deixou de haver sangue, martírio e sacrifício, quando o homem sentiu a necessidade de criar em si uma memória; os mais horrendos sacrifícios e penhores, as mais repugnantes mutilações (as castrações, por exemplo), os mais cruéis rituais, tudo isto tem origem naquele instinto que divisou na dor o mais poderoso auxiliar da memória.

NIETZSCHE, F. Genealogia da moral. São Paulo: Cia. das Letras, 1999.

O fragmento evoca uma reflexão sobre a condição humana e a elaboração de um mecanismo distintivo entre homens e animais, marcado pelo(a)

a) racionalidade científica.   

b) determinismo biológico.    

c) degradação da natureza.    

d) domínio da contingência.    

e) consciência da existência.    

11. (Ueg 2018) Friedrich Nietzsche (1844-1900) é um importante e polêmico pensador contemporâneo, particularmente por sua famosa frase “Deus está morto”. Em que sentido podemos interpretar a proclamação dessa morte?  

a) O Deus que morre é o Deus cristão, mas ainda vive o deus-natureza, no qual o homem encontrará uma justificativa e um consolo para sua existência sem sentido.    

b) Não fomos nós que matamos Deus, ele nos abandonou na medida em que não aceitamos o fato de que essa vida só poderá ser justificada no além, uma vez que o devir não tem finalidade.    

c) O Deus que morre é o deus-mercado, que tudo nivela à condição de mercadoria, entretanto o Deus cristão poderá ainda nos salvar, desde que nos abandonemos à experiência de fé.    

d) A morte de Deus não se refere apenas ao Deus cristão, mas remete à falta de fundamento no conhecimento, na ética, na política e na religião, cabendo ao homem inventar novos valores.    

e) A morte de Deus serve de alerta ao homem de que nada é infinito e eterno, e que o homem e sua existência são momentos fugazes que devem ser vividos intensamente.    

12. (Unioeste 2018) Considere os seguintes excertos:

“Dionísio já havia sido afugentado do palco trágico e o fora através do poder demoníaco que falava pela boca de Eurípedes. Também Eurípedes foi, em certo sentido, apenas máscara: a divindade, que falava por sua boca, não era Dionísio, tampouco Apolo, porém um demônio de recentíssimo nascimento, chamado Sócrates”.

Nietzsche, F. O Nascimento da Tragédia ou Helenismo e Pessimismo. Trad. J. Guinsburg. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.

“O Nascimento da tragédia tem dois objetivos principais: a crítica da racionalidade conceitual instaurada na filosofia por Sócrates e Platão; a apresentação da arte trágica, expressão das pulsões artísticas dionisíaca e apolínea, como alternativa à racionalidade”.

Machado, R. “Arte e filosofia no Zaratustra de Nietzsche” In: Novaes, A. (org.) Artepensamento. São Paulo. Companhia das Letras, 1994.

Os trechos acima aludem diretamente à crítica nietzschiana referente à atitude estética que

a) subordina a beleza à racionalidade.    

b) cultua os antigos em detrimento do contemporâneo.    

c) privilegia o cômico ao trágico.    

d) concebe o gosto como processo social.    

e) glorifica o gênio em detrimento da composição calculada.    

13. (Ufu 2017) Nietzsche escreveu:

E vede! Apolo não podia viver sem Dionísio! O “titânico” e o “bárbaro” eram no fim de contas, precisamente uma necessidade tal como o apolíneo!

NIETZSCHE, F. O nascimento da tragédia ou helenismo e pessimismo. Tradução de J. Guinsburg. São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 38.

Assinale a alternativa que descreve corretamente o dionisíaco e o apolíneo. 

a) O dionisíaco é a personificação da razão grega; o apolínio equivale ao poder místico do uno primordial.    

b) O dionisíaco é o homem teórico que personifica a sabedoria filosófica; o apolíneo é a natureza e suas forças demoníacas.    

c) O dionisíaco é o instinto, a embriaguez e a força vital; o apolíneo é a racionalidade, o equilíbrio, a força figurativa.    

d) O dionisíaco representa a força figurativa atuante na arte; o apolíneo representa a música primordial não objetivada.    

14. (Upe-ssa 2 2017) Sobre a consciência crítica, considere o texto a seguir:

O homem é corda estendida entre o animal e o Super-homem: uma corda sobre um abismo; perigosa travessia, perigoso caminhar; perigoso olhar para trás, perigoso tremer e parar. O que é de grande valor no homem é ele ser uma ponte e não um fim; o que se pode amar no homem é ele ser uma passagem e um acabamento. Eu só amo aqueles que sabem viver como que se extinguindo, porque são esses os que atravessam de um para outro lado.

NIETZSCHE, Friedrich. Assim Falou Zaratustra. São Paulo, 1999, p. 27.

O filósofo Nietzsche elucida, sobre a consciência crítica e a filosofia, que

a) o valor da natureza íntima do homem está na pura razão e não na vontade de viver.   

b) a dimensão existencial tem importância e conduz à exaltação da vida e à superação do homem. 

c) a virtude do homem está na superação do existir para alcançar a salvação.   

d) o homem deve renunciar à vida e buscar o sentido do super-homem na transcendência.   

e) a consciência crítica é a supressão da vontade de viver, já que o homem é o Super-homem.   

15. (Enem 2016) Vi os homens sumirem-se numa grande tristeza. Os melhores cansaram-se das suas obras. Proclamou-se uma doutrina e com ela circulou uma crença: Tudo é oco, tudo é igual, tudo passou! O nosso trabalho foi inútil; o nosso vinho tornou-se veneno; o mau olhado amareleceu-nos os campos e os corações. Secamos de todo, e se caísse fogo em cima de nós, as nossas cinzas voariam em pó. Sim; cansamos o próprio fogo. Todas as fontes secaram para nós, e o mar retirou-se. Todos os solos se querem abrir, mas os abismos não nos querem tragar!

NIETZSCHE. F. Assim falou Zaratustra. Rio de Janeiro: Ediouro,1977.

O texto exprime uma construção alegórica, que traduz um entendimento da doutrina niilista, uma vez que

a) reforça a liberdade do cidadão.   

b) desvela os valores do cotidiano.   

c) exorta as relações de produção.   

d) destaca a decadência da cultura.   

e) amplifica o sentimento de ansiedade.    

16. (Ueg 2016) Para Nietzsche, uma educação superior da humanidade exigiria uma transvaloração de todos os valores que têm como frente de combate a transvaloração platônico-cristã. Em relação à transvaloração proposta por Nietzsche, nota-se que

a) visa retirar o homem da alienação na qual se encontra, mostrando que tudo já está decidido e escolhido para nós.   

b) sustenta uma visão metafísica que valoriza e postula uma possível realidade para além do mundo sensível.   

c) implica uma valorização dos valores presentes eliminando a ideia de um mundo metafísico de verdades eternas.   

d) visa aprofundar a cisão platônico-cristã entre esse mundo (o empírico) e o outro mundo (o mundo-verdade).   

e) opera uma inversão de valores, na medida em que considera os valores vigentes como sintoma de decadência.   

17. (Unesp 2016) Jamais um homem fez algo apenas para outros e sem qualquer motivo pessoal. E como poderia fazer algo que fosse sem referência a ele próprio, ou seja, sem uma necessidade interna? Como poderia o ego agir sem ego? Se um homem desejasse ser todo amor como aquele Deus, fazer e querer tudo para os outros e nada para si, isto pressupõe que o outro seja egoísta o bastante para sempre aceitar esse sacrifício, esse viver para ele: de modo que os homens do amor e do sacrifício têm interesse em que continuem existindo os egoístas sem amor e incapazes de sacrifício, e a suprema moralidade, para poder subsistir, teria de requerer a existência da imoralidade, com o que, então, suprimiria a si mesma.

(Friedrich Nietzsche. Humano, demasiado humano, 2005. Adaptado.)

A reflexão do filósofo sobre a condição humana apresenta pressupostos

a) psicológicos, baseados na crítica da inconsistência subjetiva da moral cristã.   

b) cartesianos, baseados na ideia inata da existência de Deus na substância pensante.   

c) estoicistas, exaltadores da apatia emocional como ideal de uma vida sábia.   

d) éticos, defensores de princípios universais para orientar a conduta humana.   

e) metafísicos, uma vez que é alicerçada no mundo inteligível platônico.   

18. (Ufsj 2013) Na filosofia de Friedrich Nietzsche, é fundamental entender a crítica que ele faz à metafísica. Nesse sentido, é CORRETO afirmar que essa crítica

a) tem o sentido, na tradição filosófica, de contentamento, plenitude.   

b) é a inauguração de uma nova forma de pensar sem metafísica através do método genealógico.   

c) é o discernimento proposto por Nietzsche para levar à supressão da tendência que o homem tem à individualidade radical.   

d) pressupõe que nenhum homem, de posse de sua razão, tem como conceber uma metafísica qualquer, que não tenha recebido a chancela da observação.   

19. (Ufsj 2013) “A Filosofia a golpes de martelo” é o subtítulo que Nietzsche dá à sua obra Crepúsculo dos ídolos. Tais golpes são dirigidos, em particular, ao(s)

a) conceitos filosóficos e valores morais, pois eles são os instrumentos eficientes para a compreensão e o norteamento da humanidade.   

b) existencialismo, ao anticristo, ao realismo ante a sexualidade, ao materialismo, à abordagem psicológica de artistas e pensadores, bem como ao antigermanismo.   

c) compositores do século XIX, como, por exemplo, Wolfgang Amadeus Mozart, compositor de uma ópera de nome “Crepúsculo dos deuses”, parodiada no título.   

d) conceitos de razão e moralidade preponderantes nas doutrinas filosóficas dos vários pensadores que o antecederam e seus compatriotas e/ou contemporâneos Kant, Hegel e Schopenhauer.   

20. (Ufsj 2013) Ao declarar que “a moral e a religião pertencem inteiramente à psicologia do erro”, Nietzsche pretendeu

a) destruir os caminhos que “a psicologia utiliza para negar ou afirmar a moral e a religião”.   

b) criticar essa necessidade humana de se vincular a valores e instituições herdados, já que “o Homem é forjado para um fim e como tal deve existir”.   

c) denunciar o erro que tanto a moral quanto a religião cometem ao confundir “causa com efeito, ou a verdade com o efeito do que se considera como verdade”.   

d) comprovar que “a moral e a religião estão no imaginário coletivo, mas para se instalarem enquanto verdade elas precisam ser avalizadas por uma ciência institucionalizada”.   

 






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