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1. (Famerp 2022) Guinéus e negros tomados pela força, outros legitimamente adquiridos por contrato de compra foram trazidos ao reino, onde em grande número se converteram à fé católica, o que esperamos progrida até a conversão do povo ou ao menos de muitos mais. [...] Por isso nós, tudo pensando com devida ponderação, por outras cartas nossas concedemos ao dito rei Afonso [de Portugal] a plena e livre faculdade, entre outras, de invadir, conquistar, subjugar quaisquer sarracenos e pagãos, inimigos de Cristo, suas terras e bens, a todos reduzir à servidão e tudo aplicar em utilidade própria e dos seus descendentes.

(Apud: Ynaê Lopes dos Santos. História da África e do Brasil afrodescendente, 2017.)

O excerto, extraído de uma bula emitida pelo Papa Nicolau V em 1454, revela

a) o interesse econômico da Igreja católica nos negócios do tráfico atlântico de africanos escravizados.   

b) o repúdio da máxima autoridade da Igreja católica às formas de trabalho servil e assalariado.   

c) a aliança político-militar entre o Papado e o reino de Portugal na defesa da conquista europeia da África.   

d) o endosso oficial da Igreja católica à escravização de africanos, com a finalidade de catequizá-los.   

e) a tentativa de impedir a escravização dos nativos das colônias por meio do estímulo à escravização de africanos.   

2. (Ufjf-pism 1 2022) “Torna-se claro na leitura do Mayflower Compact (acordo firmado pelos colonos a bordo do navio Mayflower, em 1620, que se tornaria base para a constituição do primeiro sistema de governo em solo norte-americano), que a viagem ao Novo Mundo, bem como o estabelecimento de um arranjo político para administrar o empreendimento, era tarefa subordinada primeiramente a Deus e à fé cristã, e apenas subsidiariamente ao poder secular do rei da Inglaterra. Segundo o texto do acordo, a colônia seria fundada ‘para a glória de Deus e o avanço da fé cristã, e a honra de nosso rei e nosso país’. Um sistema religioso (e um propósito espiritual) precedia a ordem política.”

FONSECA, Carlos da. Deus está do nosso lado: excepcionalismo e religião nos EUA. Rio de Janeiro. Contexto Int. v. 29, n. 1, jun. 2007. p. 161.

Sobre a colonização da América Inglesa é CORRETO afirmar que:

a) O sistema religioso e o propósito espiritual que orientaram a formação das 13 Colônias no território que hoje faz parte dos Estados Unidos eram, respectivamente, o puritanismo e a missão de criar a nação mais excepcional do mundo.   

b) A despeito dos interesses expressos no Mayflower Compact, o que vigorou nas 13 Colônias e mesmo após a expansão para o Oeste foi uma colonização por exploração semelhante às implementadas na América Portuguesa e na América Espanhola.   

c) As ideias expressas no Mayflower Compact não produziram efeitos sobre os projetos expansionistas verificados na expansão para o Oeste e na doutrina do Destino Manifesto, ficando restritas à formação inicial das 13 Colônias.   

d) A adoção do sistema de plantation no conjunto das 13 Colônias foi orientada pelo acordo entre as monarquias absolutistas europeias e a Igreja Católica com vistas ao desenvolvimento de uma grande nação agrário-exportadora e católica.    

e) As ideias expressas no Mayflower Compact fizeram com que nas 13 Colônias apenas a mão de obra livre e assalariada fosse adotada, sendo a escravização de africanos restrita aos contextos da América Portuguesa e da América Espanhola.   

3. (Pucrj 2022) Considere o texto a seguir.

“Em 31 de outubro de 1517, na véspera do dia de Todos os Santos, Lutero fixou 95 Teses na porta da igreja do castelo de Wittenberg. [..] Em suas 95 teses, Lutero questiona e critica a extensão do poder do Papa, manifestando-se contra o comércio de indulgências, desencadeando questões de alcance religioso e intelectual, que se refletiram nos modos de ser e pensar do homem moderno.”

Disponível em: https://bndigital.bn.gov.br/exposicoes/lutero-500-anos-da-reforma/as-95-teses. Acesso em: 3 set. 2021. Adaptado.

O texto descreve

a) o processo de separação entre a Igreja Católica do Ocidente e a do Oriente, que resultou em uma ruptura na cristandade, da qual derivaram a Igreja Católica Apostólica Romana e a Igreja Católica Ortodoxa.   

b) o Renascimento, em que a contestação do domínio da religião cristã no ocidente europeu tomou a forma de uma abordagem humanista, racionalista e anticlerical.   

c) o movimento de autonomia dos Estados nacionais europeus, que se tornariam independentes do controle ideológico e político do Papa e da Igreja Católica do Ocidente.   

d) o momento de ruptura que levou a uma perda do monopólio da Igreja Romana na interpretação da mensagem religiosa cristã no ocidente.   

4. (Ufpr 2022) Considerando os eventos da Reforma Protestante (iniciada em 1517) e seus desdobramentos na Idade Moderna, uma concepção religiosa reforçada pelos seguidores da Reforma em relação ao cristianismo vigente na época foi a:

a) exaltação da simonia, que almejava trazer os cristãos afastados para o cotidiano da igreja.   

b) ênfase na justificação pela fé, que visava eliminar intermediários humanos na relação com a divindade.   

c) importância do celibato, que intentava preservar o clero regular da corrupção de bens religiosos.   

d) renovação das obras de caridade, que pretendia reforçar o engajamento dos cristãos na vida social.   

e) adoção da peregrinação, que procurava aproximar os fiéis de diferentes partes da Europa.   

5. (Fuvest-Ete 2022) Lutas envolvendo crenças religiosas frequentemente resultavam em confronto armado, culminando na Guerra dos Trinta Anos de 1618-1648, que devastou as terras da Europa central. A orgia da destruição mútua nesta guerra não deixou vencedores na luta religiosa, e a manipulação cínica de questões religiosas tanto por líderes católicos quanto protestantes mostrou que os interesses políticos eventualmente tinham mais peso que os religiosos. A violência extrema do conflito religioso levou líderes e pensadores políticos a procurar outros fundamentos, não religiosos, para a autoridade governamental. Poucos argumentariam em favor da tolerância acerca de diferenças religiosas, mas muitos começavam a insistir que os interesses de Estado tinham de ter prioridade sobre os desejos de conformidade religiosa.

Traduzido de: HUNT, Lynn et alii. The making of the West: peoples and cultures. 3 ed. Boston / New York : Bedford / St. Martin's, 2010. p. 235-236.

Ao afirmar que "os interesses políticos eventualmente tinham mais peso que os religiosos", os autores do texto pressupõem que

a) os episódios de violência entre católicos e protestantes, como a Noite de São Bartolomeu, tinham motivações políticas e não religiosas.   

b) o protestantismo se constituiu como movimento antipolítico e antimonarquista.   

c) um ambiente político de tolerância prevaleceu após o fim da Guerra dos Trinta Anos.   

d) as disputas religiosas não exerceram influência sobre o pensamento político moderno.   

e) os conflitos motivados por fatores religiosos frequentemente se davam no contexto de disputas políticas.   

6. (Enem PPL 2021) O Barroco foi o estilo das formas dramáticas, grandiosas e opulentas, voltado ao intenso decorativismo e caracterizado pela exuberância dos dourados nas volutas e espirais. O Barroco exprimiu as incertezas de uma época – a Idade Moderna – que oscilava entre velhos e novos valores. Foi largamente utilizado pela Igreja da Contrarreforma como elemento de propaganda, destinado a atrair as criaturas pela pompa e magnificência. Através do Barroco, a Igreja compeliu Deus a vestir as mais suntuosas roupagens humanas, reproduzindo o Céu em toda a sua magnificência, grandeza e esplendor, extasiando e arrebatando os fiéis que frequentavam os templos.

LOPEZ, L. R. História do Brasil colonial. Porto Alegre: Novo Século, 2001.

O movimento estético-cultural no texto constitui-se historicamente em uma resposta às

a) contestações aos domínios espiritual e terreno exercidos pelo papado.   

b) oposições ao absolutismo monárquico como base do poder político.   

c) divisões da nobreza fortalecida pelas expansões marítima e comercial.   

d) críticas ao heliocentrismo como modelo de funcionamento do cosmos.   

e) revoltas do campesinato oprimido pela multiplicidade de seitas religiosas.   

7. (Pucpr Medicina 2020) A obra O Queijo e os Vermes, de Carlo Ginzburg, é um clássico da história das ideias. No livro, o autor resgata a trajetória de Menocchio, um moleiro da região do Friuli (nordeste da Itália) processado pela Inquisição no século XVI.

Leia o trecho da obra reproduzido abaixo e assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE as lacunas do texto, com base no contexto histórico abordado.

Ao folhear um dos volumes manuscritos dos julgamentos, deparei-me com uma sentença extremamente longa. Uma das acusações feitas a um réu era a de que ele sustentava que o mundo tinha sua origem na putrefação. […] Em 1970 resolvi tentar entender o que aquela declaração poderia ter significado para a pessoa que a formulara. […] Foi possível rastrear o complicado relacionamento de Menocchio com a cultura escrita, os livros que leu e o modo com o os leu. […] Em consequência uma investigação que, no início, girava em torno de um indivíduo […] acabou desembocando numa hipótese geral sobre a cultura popular – e, mais precisamente, sobre a cultura camponesa – da Europa pré-industrial, numa era marcada pela _____________________ e a ___________________.

GINZBURG, C. O queijo e os vermes: o cotidiano e as ideias de um moleiro perseguido pela Inquisição. São Paulo: Companhia das Letras, 1997, p. 12


a) descoberta da pólvora; libertação de Jerusalém.   

b) queda de Roma; Primeira Cruzada.   

c) difusão da imprensa; Reforma protestante.   

d) Guerra Franco-Prussiana; invenção do telégrafo.   

e) industrialização; servidão.   

8. (Uece 2019) Atente para o seguinte excerto:

“...A partir de minhas pesquisas em Portugal, eis a lista dos “crimes” de 235 moradores da Bahia processados pela Santa Inquisição entre 1546 a 1821, data em que é extinto este tribunal eclesiástico: judaísmo: 96; bigamia: 34; blasfêmia: 33; sodomia: 18; gentilismo: 12; luteranismo: 10; feitiçaria: 10; contra a Inquisição: 8; falsos padres: 6; irreligiosidade: 6; solicitação: 2”.

MOTT, L. Bahia: inquisição e sociedade [online]. Salvador: EDUFBA, 2010. p.24.

No excerto acima, Luiz Mott apresenta um aspecto da história colonial brasileira que corresponde

a) ao forte controle estatal sobre a moralidade pública a partir da realização de Tribunais de Inquisição, comandados por juízes laicos vindos de Portugal.    

b) à atuação da Santa Inquisição Católica na tentativa de impedir o crescimento de outras religiões e igrejas na colônia, garantindo seus dogmas e o predomínio do seu modelo de sociedade.   

c) à busca da Coroa Portuguesa por um equilíbrio na sociedade colonial, combatendo, através da Santa Inquisição, práticas discriminatórias e promovendo a inclusão social.    

d) ao apoio do Estado português às Igrejas Cristãs Reformadas instaladas na colônia portuguesa para que fizessem, através da Santa Inquisição, uma restauração moral na população colonial.    

9. (Ueg 2018) Por ter tido educação protestante, nunca achei que 31 de outubro é o dia das bruxas. Sempre foi o dia em que Lutero, em 1517, começou uma revolução.

LEITÃO, Míriam. Disponível em: <blogs.oglobo.com/miriam-leitao/post/os-500-anos-da-reforma-protestante-que-abalou-o-mundo.html>. Acesso em: 18 ago. 2017.

No ano de 2017, completam-se 500 anos da eclosão da Reforma Protestante. Do ponto de vista histórico, a Reforma pode ser considerada uma revolução 

a) estética, pois foi a matriz ideológica da concepção barroca de mundo que se manifestou nos países ibéricos.    

b) política, pois permitiu a centralização monárquica absolutista, ao legitimar a tese do direito divino dos reis europeus.    

c) econômica, pois, com os puritanos, difundiu-se uma nova mentalidade econômica que gerou o capitalismo.    

d) social, pois legitimou as aspirações revolucionárias dos camponeses europeus na luta contra a aristocracia.    

e) intelectual, pois foi difusora do pensamento científico iluminista por meio de intelectuais protestantes, como é o caso de Voltaire.    

10. (Pucsp 2018) A Reforma Protestante, iniciada em 1517 com Lutero, espalhou-se pela Europa nas décadas seguintes, alimentando revoltas sociais e conflitos políticos. Entre os reformadores, Calvino mostrou-se mais radical em sua crítica ao catolicismo por que  

a) negava qualquer tipo de autoridade religiosa, pois afirmava a supremacia absoluta do indivíduo e da sua capacidade de, ao ler a Bíblia, atingir a graça do conhecimento como caminho para a salvação.    

b) criticava as igrejas nacionais e as lideranças dos reis nos cultos, entendendo que os fiéis atingiriam a salvação por meio de boas obras como a conversão dos pecadores pela pregação da palavra de Deus.    

c) afirmava a predestinação absoluta dos eleitos de Deus, reconhecíveis por sinais tais como uma vida simples e austera, a frequência ao culto, o trabalho árduo e honesto, e o cuidado com a família.    

d) indicava que a salvação pela fé poderia ser conseguida também com o uso da razão, e que os fiéis que viveram uma vida santa e celibatária eram modelos a serem discutidos e ensinados nos seminários.   

11. (Pucrs 2017) O Parlamento Inglês, ao promulgar o chamado Ato de Supremacia (Act of Supremacy), em 1534, subordinou as leis da Igreja à soberania jurídica das leis civis, concedendo ao Rei Henrique VIII o poder de “único chefe supremo da Igreja”.

O resultado do Ato de Supremacia foi/foram:

a) a difusão do protestantismo calvinista, principalmente pela Escócia.   

b) o início do expansionismo inglês, constituindo as bases do seu império colonial.   

c) a centralização de poder, que esteve na base da reforma anglicana.   

d) a implantação do catolicismo, que gerou repressão tanto dos reformistas quanto do parlamento inglês.   

e) os conflitos entre o Rei e o Parlamento, pois o primeiro buscava restaurar antigos direitos feudais retirados da Magna Carta de 1215.   

12. (Uece 2017) “Antes de chegar à ilha, o rei Utopos tinha conhecimento de que seus habitantes lutavam continuamente entre si por questões religiosas. De fato, concluiu que seria fácil conquistar a ilha porque as diferentes seitas estavam demasiadamente ocupadas, lutando umas contra outras, para se oporem às suas forças. Portanto, tão logo conquistou a vitória, decretou que cada um era livre para professar a religião de sua própria escolha, podendo fazer proselitismo por sua fé, desde que fosse de forma racional, discreta e moderada, sem agredir outras crenças”. 

MORE, Thomas. Utopia. trad. Anah de Melo Franco. Brasília: Editora da Universidade de Brasília: Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais, 2004, p. 115.

Publicado em 1516, o clássico Utopia, do inglês Thomas More ou Thomas Morus, reflete a visão do autor sobre várias questões de sua época. Quanto às questões religiosas, tratadas no excerto acima, o livro é bastante significativo de sua época, porque

a) na Europa, apenas uma Igreja existiu no século XVI, a Igreja Católica Romana, portanto essa postura hipotética seria ideal apenas para lugares com várias correntes religiosas.   

b) na Inglaterra, a criação de uma igreja nacional — o anglicanismo — provocou profundos choques e perseguições aos cristãos católicos e calvinistas pela nova igreja fundada pelo rei Henrique VIII.  

c) estabeleceu um modelo de comportamento que foi plenamente aceito na Europa quando surgiram as igrejas protestantes, o que impediu, posteriormente, os conflitos entre as crenças cristãs.   

d) definiu uma forma de interação entre diferentes religiões, apaziguando os conflitos entre cristãos, judeus e muçulmanos no oriente médio até os dias atuais.   

13. (Fgv 2017) Leia trechos do Manifesto dos camponeses, documento de 1525.

(...) nos sejam dados poder e autoridade, para que cada comunidade possa eleger o seu pastor e, da mesma forma, possa demiti-lo, caso se porte indevidamente.

(...) somos prejudicados ainda pelos nossos senhores, que se apoderaram de todas as florestas. Se o pobre precisa de lenha ou madeira tem que pagar o dobro por ela.

(...) preocupam-nos os serviços que somos obrigados a prestar e que aumentam dia a dia (...) 

In Antologia humanística alemã, apud Marques e outros. História moderna através de textos, 2010.

A partir do documento, é correto afirmar que, no território da atual Alemanha,

a) os movimentos camponeses foram liderados por Lutero contra a exploração feita pelos nobres que, de forma ilegal, apropriavam-se das florestas e reprimiam violentamente os movimentos trabalhistas.   

b) os movimentos dos trabalhadores em favor das mudanças propostas por Lutero baseavam-se na solidariedade entre os homens e em contraposição ao individualismo tão característico da Idade Média.   

c) a liderança dos movimentos camponeses defendeu a exploração dos trabalhadores, na Alemanha, apoiada por Lutero, e, juntos, receberam proteção dos nobres locais contra a perseguição feita pela Igreja Católica.   

d) as revoltas camponesas irromperam exigindo reformas sociais e religiosas que prejudicariam parte da nobreza apoiada por Lutero, o qual se colocou abertamente contra os movimentos.   

e) as experiências dos camponeses contra os nobres, apoiados por Lutero, restringiram-se aos aspectos religiosos, isto é, de domínio da Igreja Católica, pois a cooperação entre os trabalhadores e os proprietários marcava a sociedade alemã.   

14. (Uel) Analise a figura a seguir.

Com base na figura e nos conhecimentos sobre a Modernidade, é correto afirmar que a pintura: 

a) Representa, com ironia, as disputas religiosas entre católicos e protestantes, desencadeadas pela Reforma Luterana. 

b) Registra o descontentamento e a revolta dos camponeses germânicos com a opressão servil imposta pela Igreja Católica. 

c) Apresenta, com realismo, os movimentos heréticos que contestavam a Igreja e pregavam o desapego aos bens materiais. 

d) Representa a indignação dos intelectuais ligados à Igreja Católica, os quais, sob a influência do Humanismo, acusavam o alto clero de práticas imorais. 

e) Registra uma cena cotidiana de atividades industriais realizadas no centro dos pequenos burgos europeus em crescimento. 

15. (Unesp 2016) As reformas protestantes do princípio do século XVI, entre outros fatores, reagiam contra

a) a venda de indulgências e a autoridade do Papa, líder supremo da Igreja Católica.   

b) a valorização, pela Igreja Católica, das atividades mercantis, do lucro e da ascensão da burguesia.   

c) o pensamento humanista e permitiram uma ampla revisão administrativa e doutrinária da Igreja Católica.   

d) as missões evangelizadoras, desenvolvidas pela Igreja Católica na América e na Ásia.   

e) o princípio do livre-arbítrio, defendido pelo Santo Ofício, órgão diretor da Igreja Católica   

16. (Espcex (Aman) 2016) Com relação às Reformas Religiosas ocorridas na Europa no século XVI, podemos afirmar que

a) foram reflexo de disputas políticas entre os jesuítas e o papa.   

b) tinham o objetivo de estabelecer a venda de indulgências para os pecadores.   

c) permitiram à Igreja Católica uma total hegemonia religiosa na Alemanha.   

d) só foram possíveis graças às decisões adotadas no Concílio de Trento.   

e) na Inglaterra foram promovidas pelo rei Henrique VIII.   

17. (Fgv 2016) Em um dos diálogos da peça intitulada Henrique VIII, de William Shakespeare, encenada em 1613, a rainha católica Catarina, primeira esposa do rei, desabafava:

Mesmo aqui poderemos falar, pois, em consciência, até hoje nada fiz que não pudesse revelar francamente em qualquer parte. Prouvera ao céu que todas as mulheres pudessem declarar a mesma coisa com igual liberdade. Meus senhores, uma felicidade sempre tive: isso de não ligar nunca importância ao fato de meus gestos comentados serem por toda a gente, de ficarem sob a vista de todos, e como alvo dos ataques da inveja e da calúnia, tão certa me acho de ter vida limpa. Se vindes para examinar a minha conduta como esposa, sede francos. Sempre a verdade ama linguagem rude.

 http://www.ebooksbrasil.org/eLibris/oitavo.html

O monarca Henrique VIII governou a Inglaterra entre 1509 e 1547. Durante esse turbulento período,

a) o catolicismo foi consolidado na Inglaterra, por ação direta do rei, que se manteve aliado a Roma contra os monarcas ibéricos.   

b) a liberdade de culto foi implementada, favorecendo a constituição de diversos grupos religiosos após a Reforma Protestante.   

c) o casamento civil, desvinculado da cerimônia religiosa, foi estabelecido como alternativa para os diversos matrimônios do rei.   

d) uma nova religião se formou, marcada por uma estrutura sacerdotal ligada diretamente ao Estado inglês e aos interesses do rei.   

e) medidas legais foram criadas para impedir as mulheres de participarem da linha sucessória na monarquia inglesa.      

18. (Upe-ssa 1 2016) 

Essa é a capa do livro Sobre judeus e suas mentiras, escrito, em 1543, pelo líder da Reforma Protestante, Martinho Lutero. Perto de completar 500 anos, essa reforma tem sido revista pela historiografia contemporânea.

A relação de Lutero com os judeus foi caracterizada pela

a) miscigenação com essa comunidade.   

b) tolerância, respeito mútuo e boa convivência.   

c) ampliação das relações sociais e comerciais.   

d) assimilação cultural de toda essa comunidade.   

e) intolerância e perseguição com base num forte antijudaísmo.   

  

19. (Unesp 2015) A imagem reproduz um auto de fé.

Essas cerimônias

a) ocorreram em todos os países da Europa e nas regiões colonizadas por portugueses e espanhóis.   

b) permitiram a difusão do catolicismo e tiveram papel determinante na erradicação do protestantismo na Europa central.   

c) eram conduzidas por autoridades leigas, pois a Igreja Católica não tinha vínculo com a perseguição e a punição dos hereges.   

d) tinham caráter exemplar, expondo publicamente os réus forçados a pedir perdão, antes de serem encaminhados para a execução.   

e) visavam a executar os judeus e islâmicos, não atingindo protestantes nem católicos romanos ou ortodoxos.   

20. (Imed 2015) A Reforma Protestante é resultado de transformações socioeconômicas e políticas que vinham ocorrendo na Europa Ocidental, dentre elas:

     I.     O desenvolvimento da burguesia.

   II.     O crescimento das relações de produção capitalistas.

III.     O fortalecimento do Estado Nacional absolutista.

Quais estão corretas?

a) Apenas II.   

b) Apenas I e II.   

c) Apenas I e III.   

d) Apenas II e III.

e) I, II e III.   







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