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1.        b) não limitam suas investigações ao que é possível conhecer.   

2.        e) busca critérios de verdade.   

3.        d) F, V, V, F.   

4.        a) seguiu a tradição contratualista de Locke e Hobbes, contudo sua ideia de pacto fundamentou-se na noção de vontade geral, ponto de partida para a cidadania, construída com base nas vontades particulares.   

5.        b) Locke é um representante do empirismo e Descartes é um representante do racionalismo.

6.        c) II e III apenas.   

7.        d) da experiência com os objetos reais e empíricos.   

8.        a) afirma que o conhecimento não é inato, pois sua aquisição deriva da experiência.   

9.        d) Liberalismo.   

10.    a) 01 + 04 = 05.

11.    a) afirma que o conhecimento não é inato, pois sua aquisição deriva da experiência. 

12.    e) as afirmações III e V estão incorretas. 

13.    d) “Afirmo que essas duas, a saber, as coisas materiais externas, como objeto da sensação, e as operações de nossas próprias mentes, como objeto da reflexão, são, a meu ver, os únicos dados originais dos quais as ideias derivam.” 

14.    e) as afirmações II, III e IV estão corretas. 

15.    c) Segundo Locke, a origem do poder político depende do estado de natureza. 

16.    e) A “Declaração de Independência” dos Estados Unidos (1776) 

17.    a) “Deriva as ‘ideias’ de que se constitui o conhecimento diretamente das sensações que se marcaram na mente [...] não cabendo assim ao pensamento nada mais, [...] que combinar, comparar e analisar essas mesmas ideias”. 

18.    e) Somente as afirmativas II, III e IV são corretas. 

19.    c) Segundo Locke, para compreendermos o poder político, é necessário distinguir o estado de guerra do estado de natureza. 

20.    b) Somente as afirmativas I e III são corretas. 

21.    a) há duas fontes de nossas ideias, a sensação e a reflexão, de modo que tudo o que é objeto de nossa mente, por ser ela como que um papel em branco, é adquirido por meio de uma ou de outra dessas duas fontes. 

22.    d) no estado de natureza, pela ausência de um juiz imparcial, todos e qualquer um, julgando em causa própria, têm o “direito de castigar os transgressores” da lei da natureza, de modo que este estado seja de relativa paz, concórdia e harmonia entre todos.



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