1. (Ifce 2020) “A Ilustração se propunha a criticar todas as tutelas que inibem o uso da razão e julgava possível fazê-lo a partir da razão. Ela tinha dois vetores: a crítica e a razão”. 
(1999, p.31). ROUANET, S. P. As razões do iluminismo. 

A passagem do texto do autor caracteriza o movimento intelectual que marcou a modernidade europeia a partir do século XVIII, chamado de “século das luzes”. Esse movimento lançava críticas diretas ao 
a) escolanovismo. 
b) sebastianismo. 
c) marxismo. 
d) darwinismo. 
e) absolutismo 

2. (Famerp 2018) No livro Investigação sobre a natureza e a causa da riqueza das nações, publicado em 1776, Adam Smith argumentou que um agente econômico, procurando o lucro, movido pelo seu próprio interesse, acaba favorecendo a sociedade como um todo. Esse ponto de vista é um dos fundamentos 
a) do liberalismo, que dispensou a regulamentação da economia pelo Estado. 
b) do utilitarismo, que defendeu a produção especializada de objetos de consumo. 
c) do corporativismo, que propôs a organização da sociedade em grupos econômicos. 
d) do socialismo, que expôs a contradição entre produção e apropriação de riqueza. 
e) do mercantilismo, que elaborou princípios de protecionismo econômico. 

3. (Fgvrj 2020) O século XVIII não se confunde totalmente com as Luzes. As Luzes excedem o século. Parte do século escapa-lhes. As Luzes são o século XVIII duradouro, o que faz parte do nosso patrimônio. Um século XVIII que, antes do mais, se inscreve nas palavras. Partir das palavras, partir do essencial. 
CHAUNU, P. A civilização da Europa das Luzes. Lisboa: Estampa, 1985, vol. I, p. 23-24. 

São palavras essenciais do século das Luzes: 
a) internacionalismo, razão, messianismo e cientificismo. 
b) progresso, obscurantismo, cientificismo, teocentrismo. 
c) superstição, empirismo, sensualismo, messianismo. 
d) socialismo, razão, progresso, superstição. 
e) racionalismo, cientificismo, progresso, esclarecimento. 

4. (Ufrgs 2020) Considere o texto a seguir. 

Digo, sem fazer maiores declarações, que, se a Razão oferece sua sóbria luz, se as mulheres são realmente capazes de agir como criaturas racionais, que não sejam tratadas como escravas, nem como animais que, submetidos ao homem, dependem de sua razão; mas, ao contrário, cultivem sua mente, deem a elas o limite sublime e salutar dos princípios e deixem que alcancem a dignidade consciente, sentindo elas próprias que dependem apenas de Deus. Ensinem-nas, como aos homens, a se submeter à necessidade, em vez de atribuírem a um sexo a moral para torná-las mais agradáveis. 
WOLLSTONECRAFT, Mary. Reivindicação dos Direitos da Mulher. São Paulo: Boitempo, 2016. p. 57. 

O texto, escrito pela filósofa inglesa Mary Wollstonecraft, no século XVIII, expressa ideais do 
a) Absolutismo. 
b) Iluminismo. 
c) Socialismo. 
d) Romantismo. 
e) Darwinismo. 

5. (Cps 2019) Quando na mesma pessoa, ou no mesmo órgão de governo, o poder Legislativo está unido ao poder Executivo, não existe liberdade […] E também não existe liberdade se o poder Judiciário (poder de julgar) não estiver separado do poder Legislativo (poder de fazer as leis) e do poder Executivo (poder de executar, de por em prática as leis.) 
Montesquieu, O espírito das leis, 1748. In: FREITAS, G. de; 900 textos e documentos de História. Lisboa: Plátano, 1978. V. III, p.24 

Político, filósofo e escritor, o Barão de Montesquieu (1689–1755) se notabilizou por sua teoria sobre a separação dos poderes, que organiza o funcionamento de muitos dos Estados modernos até a atualidade. 

Ao formular sua teoria, Montesquieu criticou o regime absolutista e defendeu a divisão do governo em três poderes – Executivo, Legislativo e Judiciário – como forma de 

a) garantir a centralização do poder monárquico e a vontade absoluta dos reis, bem como defender os interesses das classes dominantes. 
b) desestabilizar o governo e enfraquecer o Judiciário, bem como garantir a impunidade dos crimes cometidos pelos mais pobres. 
c) evitar a concentração de poder e os abusos dos governantes, bem como proteger as liberdades individuais dos cidadãos. 
d) estabilizar o governo e fortalecer o Executivo, bem como liberar as camadas subalternas da cobrança de impostos. 
e) fortalecer o povo e eliminar os governos, bem como eliminar as formas de punição consideradas abusivas. 

6. (Ufu 2019) “A apaixonada crença no progresso que professava o típico pensador iluminista refletia os aumentos visíveis no conhecimento e na técnica, na riqueza, no bem-estar e na civilização que podia ver em toda a sua volta e que, com certa justiça, atribuía ao avanço de suas ideias. No começo do século, as bruxas ainda eram queimadas; no final, os governos do Iluminismo, como o austríaco, já tinham abolido não só a tortura judicial, mas também a servidão” 
HOBSBAWN, Eric. A Era das Revoluções: 1789-1848. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982. p. 38. 

Considerando-se o Movimento Iluminista, são características desse movimento, EXCETO, 
a) críticas ao mercantilismo e às instituições centralizadoras do absolutismo. 
b) críticas ao monopólio comercial, pois esse inviabilizaria o mercado autorregulado. 
c) críticas ao questionamento, à investigação e à experiência como forma de conhecimento da natureza. 
d) crença nos direitos naturais (à vida, à liberdade e à propriedade privada). 

7. (Ifce 2019) O iluminismo (ou ilustração) foi uma corrente de ideias que teve origem no século XVII e se desenvolveu sobretudo no século XVIII. O referido movimento é considerado importante por transformar a visão tradicional do homem moderno. 
O iluminismo expressou a 
a) consolidação dos dogmas religiosos como importantes na vida humana. 
b) negação dos princípios do uso da razão, pois não contribuía para o conhecimento humano. 
c) consolidação do uso da razão, ou racionalismo, como elemento essencial do ser humano. 
d) consolidação da providência divina dos reis. 
e) negação dos valores do humanismo e do uso da razão. 

8. (Enem 2019) 
TEXTO I 

A centralização econômica, o protecionismo e a expansão ultramarina engrandeceram o Estado, embora beneficias sem a burguesia incipiente. 
ANDERSON, P. In: DEYON, P. O mercantilismo. Lisboa: Gradiva, 1989 (adaptado). 

TEXTO II 

As interferências da legislação e das práticas exclusivistas restringem a operação benéfica da lei natural na esfera das relações econômicas. 
SMITH, A. A riqueza das Nações. São Paulo: Abril Cultural, 1983 (adaptado). 

Entre os séculos XVI e XIX, diferentes concepções sobre as relações entre Estado e economia foram formuladas. Tais concepções, associadas a cada um dos textos, confrontam-se, respectivamente, na oposição entre as práticas de 
a) valorização do pacto colonial — combate à livre-iniciativa. 
b) defesa dos monopólios régios — apoio à livre concorrência. 
c) formação do sistema metropolitano — crítica à livre navegação. 
d) abandono da acumulação metalista — estímulo ao livre-comércio. 
e) eliminação das tarifas alfandegárias — incentivo ao livre-cambismo. 

9. (Cps 2018) Brasília foi inaugurada em 1960, poucos anos depois do início de sua construção. Planejada por Lúcio Costa e Oscar Niemeyer, a nova capital do Brasil foi estruturada a partir de dois grandes eixos que se cruzam: o Eixo Rodoviário, em torno do qual estão as áreas residenciais, e o Eixo Monumental, onde se localizam os órgãos governamentais e culturais. Em uma das extremidades do Eixo Monumental, encontra-se a Praça dos Três Poderes. 

O nome dessa praça faz referência à teoria 
a) da divisão das responsabilidades sobre o país que, com a Constituição de 1891, definiu que o presidente, os governadores e os prefeitos exerceriam o poder de forma compartilhada. 
b) do Estado tripartido, de origem medieval, que definia as funções que deveriam ser desempenhadas pela nobreza, pela burguesia e pelos trabalhadores em benefício da sociedade. 
c) da organização da república, proposta por Platão, em que o presidente, o povo e os deputados debatem a respeito do funcionamento da sociedade. 
d) do Estado moderno europeu, segundo a qual o Senado, a Câmara e a Presidência da República exercem os poderes conferidos pela população por meio do voto direto e secreto. 
e) da separação dos poderes, proposta por Montesquieu, em que o Executivo, o Legislativo e o Judiciário devem exercer os seus poderes de forma independente e equilibrada entre si. 

10. (Espcex (Aman) 2018) As ideias iluministas começaram a circular no Brasil na segunda metade do século XVIII. Elas refletiram-se em vários campos da atividade e do conhecimento humano. Assinale, dentre as alternativas abaixo, aquela que apresenta um filósofo deste período, cujo pensamento incentivou, de forma relevante, a Inconfidência Mineira. 
a) Jean-Jacques Rousseau 
b) Adam Smith 
c) François Quesnay 
d) Vicent de Gournay 
e) Nicolau Maquiavel 

11. (Unicamp 2015) A maneira pela qual adquirimos qualquer conhecimento constitui suficiente prova de que não é inato. 
LOCKE, John. Ensaio acerca do entendimento humano. São Paulo: Nova Cultural, 1988, p.13. 

O empirismo, corrente filosófica da qual Locke fazia parte, 
a) afirma que o conhecimento não é inato, pois sua aquisição deriva da experiência. 
b) é uma forma de ceticismo, pois nega que os conhecimentos possam ser obtidos. 
c) aproxima-se do modelo científico cartesiano, ao negar a existência de ideias inatas. 
d) defende que as ideias estão presentes na razão desde o nascimento. 

12. (Pucpr 2015) Leia o fragmento a seguir, extraído do Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens, de Rousseau: 

“É do homem que devo falar, e a questão que examino me indica que vou falar a homens, pois não se propõem questões semelhantes quando se teme honrar a verdade. Defenderei, pois, com confiança a causa da humanidade perante os sábios que a isso me convidam e não ficarei descontente comigo mesmo se me tornar digno de meu assunto e de meus juízes”. 
ROUSSEAU, Jean-Jacques. Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens. São Paulo: Martins Fontes, 1999, p.159. 

A partir da teoria contratualista de Rousseau, assinale a alternativa que representa aquilo que o filósofo de Genebra pretende defender na obra. 
a) Que a desigualdade social é permitida pela lei natural e, portanto, o Estado não é responsável pelo conflito social. 
b) Que a desigualdade social é autorizada pela lei natural, ou seja, que a natureza não se encontra submetida à lei. 
c) Que no estado natural existe apenas o direito de propriedade. 
d) Que a desigualdade moral ou política é uma continuidade daquilo que já está presente no estado natural. 
e) Que há, na espécie humana, duas espécies de desigualdade: a primeira, natural, e a segunda, moral ou política. 

13. (Ufg 2013) Analise a imagem a seguir. 
No século XVIII, criou-se um projeto arquitetônico para as prisões chamado “pan-óptico”. O objetivo era transformar a ambiência do confinamento, distinguindo-a das masmorras do Antigo Regime. Tal como demonstra a imagem, o projeto estabelecia no centro uma torre com um vigia e, na periferia, uma construção em forma de anel. A construção periférica era dividida em celas para os presos, com duas janelas (uma interna ao anel e outra externa), que permitiam a luz atravessar a cela. Com essa disposição espacial, o pan-óptico expressava o ideal iluminista, na medida em que o controle sobre os indivíduos era exercido por meio da 
a) descentralização dos espaços reservados para os confinados. 
b) valorização da punição ao comportamento em detrimento da vigilância. 
c) manutenção de comunicação monitorada entre o ambiente de confinamento e a sociedade. 
d) hierarquização entre os presos separados pelas celas construídas no anel. 
e) utilização da claridade para conferir visibilidade aos presos e às suas ações. 

14. (Uepb 2014) O século XVIII europeu foi marcado pela crise do Antigo Regime” e pelo advento do Iluminismo - um movimento intelectual e político favorável ao uso da razão como forma de se alcançar a liberdade, a felicidade e o bem-estar social. 
Analise as assertivas abaixo: 

I. Enquanto movimento intelectual, o Iluminismo pretendia divulgar o conhecimento até então produzido pela humanidade. Foi por isso que se produziu, entre 1751 e 1780, uma Enciclopédia (composta de 35 volumes). A ideia dos enciclopedistas era travar uma batalha permanente contra a ignorância e a favor da educação popular. 
lI. A base ideológica do Antigo Regime, assim chamado por se inspirar na elaboração aristotélica, era a crítica ao poder absolutista e a defesa da soberania popular. Filosoficamente, se filiava à elaboração de enciclopedistas como Voltaire, d’Alembert, Montesquieu e Rousseau. 
III. As sociedades europeias do Antigo Regime eram estamentais e o poder político e econômico estava nas mãos da nobreza e da Igreja. Mas a educação ficava a cargo dos enciclopedistas, que fundaram universidades para lecionar aos filhos da elite um tipo de conhecimento laico, científico e comprometido com a reestruturação social. 
IV. Enquanto movimento político, o Iluminismo criticava as sociedades estamentais baseadas no Antigo Regime. Os “homens da ilustração” questionavam a influência política e cultural da Igreja, os privilégios da nobreza, a servidão no campo e a censura às chamadas ideias perigosas”.

Assinale a alternativa correta: 
a) I, II e III corretas, enquanto IV incorreta. 
b) IV correta, enquanto I, II e III incorretas. 
c) II e III corretas, enquanto I e IV incorretas. 
d) II correta, enquanto I, II e IV incorretas. 
e) I e IV corretas, enquanto II e III incorretas. 

15. (Upf 2014) “A revolução francesa consigna-se desta maneira um lugar excepcional da história do mundo contemporâneo. Revolução burguesa clássica, ela constitui, para a abolição do regime senhorial e da feudalidade, o ponto de partida da sociedade capitalista e da democracia liberal na história da França”. 
SOBOUL, Albert. A revolução francesa. São Paulo: DIFEL, 1985, p. 122. 

A grande Revolução Francesa, como outras revoluções burguesas do século XVIII, refletiu as ideias dos filósofos iluministas. Dentre as características a seguir relacionadas, assinale a alternativa que apresenta a base do Iluminismo. 
a) A defesa da doutrina de que a soberania do Estado absolutista garantiria os direitos individuais e eliminaria os resquícios feudais ainda existentes. 
b) A proposição da criação de monopólios estatais e a manutenção da balança de comércio favorável, para assegurar o direito de propriedade. 
c) A crítica ao mercantilismo, à limitação ao direito à propriedade privada, ao absolutismo e à desigualdade de direitos e deveres entre os indivíduos. 
d) A crença na prática do entesouramento como meio adequado para eliminar as desigualdades sociais e garantir as liberdades individuais. 
e) A defesa da igualdade de direitos e liberdades individuais, proporcionada pela influência da Igreja Católica sobre a sociedade, por intermédio da educação. 

16. (Ufu 2012) Para bem compreender o poder político e derivá-lo de sua origem, devemos considerar em que estado todos os homens se acham naturalmente, sendo este um estado de perfeita liberdade para ordenar-lhes as ações e regular-lhes as posses e as pessoas conforme acharem conveniente, dentro dos limites da lei de natureza, sem pedir permissão ou depender da vontade de qualquer outro homem. 
LOCKE, John. Segundo Tratado sobre o Governo. São Paulo: Abril Cultural, 1978. 

A partir da leitura do texto acima e de acordo com o pensamento político do autor, assinale a alternativa correta. 
a) Segundo Locke, o estado de natureza se confunde com o estado de servidão. 
b) Para Locke, o direito dos homens a todas as coisas independe da conveniência de cada um. 
c) Segundo Locke, a origem do poder político depende do estado de natureza. 
d) Segundo Locke, a existência de permissão para agir é compatível com o estado de natureza. 

17. (Ufsj 2012) Ao investigar as origens das ideias, diversos filósofos fizeram interferências importantes no pensamento filosófico da humanidade. Dentre eles, destaca-se o pensamento de John Locke. Assinale a alternativa que expressa as origens das ideias para John Locke. 
a) “Não há dúvida de que todo o nosso conhecimento começa com a experiência [...] mas embora todo o nosso conhecimento comece com a experiência, nem por isso todo ele pode ser atribuído a esta, mas à imaginação e à ideia.” 
b) “O que sou eu? Uma substância que pensa. O que é uma substância que pensa? É uma coisa que duvida, que concebe, que afirma, que nega, que quer, que não quer, que imagina e que sente, uma ideia em movimento. 
c) “Quando analisamos nossos pensamentos ou ideias, por mais complexos e sublimes que sejam, sempre descobrimos que se resolvem em ideias simples que são cópias de uma sensação ou sentimento anterior, calcado nas paixões.” 
d) “Afirmo que essas duas, a saber, as coisas materiais externas, como objeto da sensação, e as operações de nossas próprias mentes, como objeto da reflexão, são, a meu ver, os únicos dados originais dos quais as ideias derivam.” 

18. (Espm 2012) Os textos abaixo referem-se a pensadores cujas obras e ideias exerceram forte influência em importantes eventos ocorridos nos séculos XVII e XVIII. Leia-os e aponte a alternativa que os relaciona corretamente a seus autores: 

I. “O filósofo desenvolveu em seus Dois Tratados Sobre Governo a ideia de um Estado de base contratual. Esse contrato imaginário entre o Estado e os seus cidadãos teria por objeto garantir os direitos naturais do homem, ou seja, liberdade, felicidade e prosperidade. A maioria tem o direito de fazer valer seu ponto de vista e, quando o Estado não cumpre seus objetivos e não assegura aos cidadãos a possibilidade de defender seus direitos naturais, os cidadãos podem e devem pegar em armas contra seu soberano para assegurar um contrato justo e a defesa da propriedade privada”. 

II. “O filósofo propôs um sistema equilibrado de governo em que haveria a divisão de poderes (legislativo, executivo e judiciário). Em sua obra O Espírito das Leis alegava que tudo estaria perdido se o mesmo homem ou a mesma corporação exercesse esses três poderes: o de fazer leis, o de executar e o de julgar os crimes ou as desavenças dos particulares. Afirmava que só se impede o abuso do poder quando pela disposição das coisas só o poder detém o poder”. 

a) I - John Locke; II - Voltaire; 
b) I - John Locke; II - Montesquieu; 
c) I - Rousseau; II - John Locke; 
d) I - Rousseau; II - Diderot; 
e) I - Montesquieu; II - Rousseau. 




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