Da carroça ao 'busão', veja histórias do transporte coletivo em Manaus

Bondes Elétricos chegaram em 1899 e seguiram até 1957.
Os "rangedores" foram substituídos pelos ônibus de madeira e metálicos.


Empurra-empurra, reclamações, tarifa, justificativas, ameaças. Muitas décadas atrás, o transporte público em Manaus já convivia com essa realidade. Estamos falando de uma cidade com pouco mais de 50 mil habitantes, lá no início do século 20. Carruagens, bondes, ônibus, carros particulares e pedestres cravavam uma convivência pouco pacífica, já naquele tempo.
No aniversário de Manaus, o G1 fez um levantamento sobre os transportes coletivos que cruzaram os bairros e fizeram parte da história da cidade.

Carroças e carruagens
Até o final do século 19, o desfile pela cidade era feito em veículos de tração animal ou com transporte fluvial, pelas catraias.

As carroças realizavam o transporte de carga e os coches ou carruagens, de gente. "Existiam as carruagens para aluguel particular, ou para transporte de pessoas. Elas faziam ponto em frente a Igreja da Matriz,no Centro”, contou o historiador e jornalista, Abrahim Baze.

As famílias mais ricas - como manda o figurino - ostentavam belas carruagens puxadas a dois cavalos. Elas também faziam a alegria da vizinhança durante o Carnaval.

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