Frase - Oração - Período - Questões de Vestibulares

1. (EPCAR) 2016)  Analise as afirmativas abaixo.


I. A vírgula utilizada depois da palavra “contente” separa um vocativo, enquanto os dois pontos empregados depois de “doente” introduzem apostos.
II. Na frase “Eu estaria sendo hipócrita”, há dois verbos e duas orações.
III. O vocábulo “” marca a coloquialidade do diálogo e poderia ser substituído, em um registro mais formal, pela expressão “desse modo”, sem modificação do sentido.
IV. Em “analisar o que me deixa”, o pronome “que”, sintaticamente, exerce a função de objeto direto.

Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
a) II.   
b) I, II e IV.   
c) I e III.   
d) III e IV.   

2. (Puccamp 2016)  

Se o relógio da História marca tempos sinistros, o tempo construído pela arte abre-se para a poesia: o tempo do sonho e da fantasia arrebatou multidões no filme O mágico de Oz estrelado por Judy Garland e eternizado pelo tema da canção Além do arco-íris. Aliás, a arte da música é, sempre, uma habitação especial do tempo: as notas combinam-se, ritmam e produzem melodias, adensando as horas com seu envolvimento.

Se o relógio da História marca tempos sinistros, o tempo construído pela arte abre-se para a poesia.

Comenta-se corretamente sobre o que o segmento acima expressa, em seu contexto:
a) O que se afirma na segunda oração será verdadeiro sempre que certas condições forem cumpridas.   
b) Os dois fatos mencionados nas orações são tidos, ambos, como possibilidades, mas difíceis de se cumprirem.   
c) A primeira oração contém a hipótese que legitimaria o que se afirma na segunda, ainda que o conteúdo desta seja considerado altamente improvável.   
d) A substituição do Se por “Caso” não exigiria nenhuma alteração na frase e manteria fidelidade ao sentido original.   
e) O segmento exibe paralelismo entre fatos cuja ocorrência não é posta em dúvida.   

3. (Fepar 2016)  

Espaço seguro

Em algumas universidades norte-americanas, as autoridades criaram áreas especiais, demarcadas com o selo safe space (espaço seguro). O “espaço seguro” não se resume, como se pode imaginar, a uma área onde jovens podem brincar com tranquilidade, livres de drogas, assaltos ou outros acidentes. O conceito recebeu um upgrade e passou a abranger o trânsito de ideias e palavras no debate universitário.
O “espaço seguro” destina-se, em princípio, a garantir a determinadas minorias uma abertura “inclusiva”, com o objetivo de evitar ofensas ou “sentimentos odiosos”. É um espaço regido pela nova agenda dos direitos humanos. Incorporado à pauta da política estudantil, tornou-se um expediente para evitar que certos assuntos polêmicos sejam debatidos. A universidade fecha portas a determinadas avaliações, consideradas “inseguras” e abre outras a certas ideias e comportamentos tidos como direitos intocáveis.
Em linhas gerais, o objetivo dos criadores desse espaço é vedar a homofobia, a transfobia, a misoginia*, o racismo, o classismo, o machismo ou qualquer outra forma de discriminação definida como lesiva ao estado psicológico alheio. Na prática, qualquer um que se diga ofendido por esta ou aquela expressão acaba por encerrar o debate antes mesmo de começá-lo, mesmo que a avaliação alheia seja dotada de racionalidade argumentativa. Cabe notar que a lógica da ofensa é uma via de mão única. É a mão dos novos ditames pretensamente éticos: como “não se pode ameaçar” a segurança emocional alheia, então não se pode fazer qualquer observação crítica válida que fira as emoções alheias. Tenho de imaginar quais são as opções ideológicas e morais do outro e evitar qualquer comentário que possa ferir os direitos dessas opções. Pela lógica, o mesmo caberia ao outro em relação a mim mesmo. Mas não é bem isso que acontece.
Se um estudante se queixa de uma “ameaça” real e imediata à sua “segurança” no ambiente acadêmico, ele está, implicitamente, a reclamar da “ameaça” de um discurso contrário, indesejado, e a solicitar, por via dos “espaços seguros”, uma espécie de sanção contra as moléstias emocionais suscitadas por ideias tidas como ofensivas. Alguém chega e diz que “a família, como união socialmente consagrada de um homem, uma mulher e seus filhos, é um fenômeno universal, presente em todo e qualquer tipo de sociedade”. No “espaço seguro” um outro se sente ofendido e dá a resposta: “sua noção de família é homofóbica, reacionária, discriminatória contra as minorias, ofensiva a meus conceitos”. Ponto final na discussão. Se o outro se sentiu ofendido, saia do espaço seguro, que não é seguro para ele.
Qual será o passo seguinte? Advertir em certos livros que o conteúdo da obra é potencialmente ofensivo, por trazer risco de uma experiência negativa ao leitor? Criar o índex de leituras proibidas ou tarjadas como ofensivas? A divina comédia, de Dante, por disseminar o moralismo e o preconceito; Caçadas de Pedrinho, de Lobato, por ser racista; Orgulho e preconceito, de Austen, por fomentar o patriarcalismo e a família heterossexual; Ilíada, por retratar a misoginia* homérica. A sequência será adaptar essas obras e eliminar trechos ou significados que possam ofender os parâmetros dos “espaços seguros” da atualidade, a fim de que elas se tornem seguras e conformes?
Noutra época, quem desafiava a censura era tido como rebelde e herói. Hoje é visto como um intolerante, que não aceita aquilo que a nova cartilha biônica determina que seja obrigatoriamente aceito, independentemente das questões de valor envolvidas. Chegará uma hora em que a minoria discordante será apontada pelo “grande irmão” como “minoria sem direitos”, a ser excluída pela maioria das outras minorias licenciadas com direitos especiais pela nova ideologia. Aos novos excluídos só restarão duas opções: ou o silêncio ou a vida em “espaços inseguros” – zonas marginais onde as ideias possam ser apreciadas pela coerência e pela solidez, não pelos subjetivismos de quem não quer ter suas preferências questionadas.
(*) misoginia: o desprezo contra as mulheres ou aspectos do universo feminino. 
(Adaptado de: FERNANDES, André Gonçalves. Correio Popular, p. A2, 6 maio 2015)

Considere as frases a seguir.

1. Incorporado à pauta da política estudantil, o “espaço seguro” tornou-se um expediente para evitar que assuntos polêmicos sejam debatidos, mesmo que haja argumentos consistentes para o contraditório.
2. A universidade fecha portas a determinadas avaliações, consideradas “inseguras”, e abre outras a certas ideias e comportamentos tidos como direitos intocáveis.
3. Cabe notar que a lógica da ofensa é uma via de mão única. É a mão dos novos ditames pretensamente éticos: como “não se pode ameaçar” a segurança emocional alheia, então não se pode fazer qualquer crítica válida que fira as emoções alheias.
4. A sequência será adaptar essas obras, e eliminar trechos ou significados que possam ofender os parâmetros dos “espaços seguros” da atualidade, a fim de que elas tornem-se seguras e conformes?
5. Chegará uma hora em que a minoria discordante será apontada como “minoria sem direitos”, a ser excluída pela maioria das outras minorias licenciadas com direitos especiais pela nova ideologia.

Os itens que se seguem estão relacionados, respectivamente, às frases acima. Avalie as afirmativas.
(  )  Outra redação com o mesmo sentido: Embora haja argumentos consistentes para o contraditório, o “espaço seguro” foi incorporado à pauta da política estudantil como forma de evitar que assuntos polêmicos sejam debatidos.  
(   )  Outra redação correta, com o mesmo sentido: Por fechar portas a determinadas avaliações, consideradas “inseguras”, a universidade abre outras a certas ideias e comportamentos tidos como direitos intocáveis.  
(    )  Outra versão correta, com o mesmo sentido: Cabe notar que a lógica da ofensa não é recíproca; é a das novas imposições pretensamente éticas. Como “não se pode ameaçar” a segurança emocional alheia, não se pode fazer qualquer crítica válida que fira as emoções alheias.  
(    )  Uma redação correta: A sequência será adaptar essas obras, eliminando trechos ou conotações que possam ofender os critérios dos “espaços seguros” da atualidade, para torná-las conformes e seguras?  
(  )  Outra redação correta, com o mesmo sentido: Chegará a hora da minoria discordante ser apontada como “minoria sem direitos” que deve ser excluída pela maioria licenciada com direitos especiais pela nova ideologia.  

4. (Unifesp 2016) Leia o excerto do “Sermão de Santo Antônio aos peixes” de Antônio Vieira (1608-1697) para responder à questão. 

A primeira cousa que me desedifica, peixes, de vós, é que vos comeis uns aos outros. Grande escândalo é este, mas a circunstância o faz ainda maior. Não só vos comeis uns aos outros, senão que os grandes comem os pequenos. [...] Santo Agostinho, que pregava aos homens, para encarecer a fealdade deste escândalo mostrou-lho nos peixes; e eu, que prego aos peixes, para que vejais quão feio e abominável é, quero que o vejais nos homens. Olhai, peixes, lá do mar para a terra. Não, não: não é isso o que vos digo. Vós virais os olhos para os matos e para o sertão? Para cá, para cá; para a cidade é que haveis de olhar. Cuidais que só os tapuias se comem uns aos outros, muito maior açougue é o de cá, muito mais se comem os brancos. Vedes vós todo aquele bulir, vedes todo aquele andar, vedes aquele concorrer às praças e cruzar as ruas: vedes aquele subir e descer as calçadas, vedes aquele entrar e sair sem quietação nem sossego? Pois tudo aquilo é andarem buscando os homens como hão de comer, e como se hão de comer.
[...]
Diz Deus que comem os homens não só o seu povo, senão declaradamente a sua plebe: Plebem meam, porque a plebe e os plebeus, que são os mais pequenos, os que menos podem, e os que menos avultam na república, estes são os comidos. E não só diz que os comem de qualquer modo, senão que os engolem e os devoram: Qui devorant. Porque os grandes que têm o mando das cidades e das províncias, não se contenta a sua fome de comer os pequenos um por um, poucos a poucos, senão que devoram e engolem os povos inteiros: Qui devorant plebem meam. E de que modo se devoram e comem? Ut cibum panis: não como os outros comeres, senão como pão. A diferença que há entre o pão e os outros comeres é que, para a carne, há dias de carne, e para o peixe, dias de peixe, e para as frutas, diferentes meses no ano; porém o pão é comer de todos os dias, que sempre e continuadamente se come: e isto é o que padecem os pequenos. São o pão cotidiano dos grandes: e assim como pão se come com tudo, assim com tudo, e em tudo são comidos os miseráveis pequenos, não tendo, nem fazendo ofício em que os não carreguem, em que os não multem, em que os não defraudem, em que os não comam, traguem e devorem: Qui devorant plebem meam, ut cibum panis. Parece-vos bem isto, peixes? 
(Antônio Vieira. Essencial, 2011.)

“Diz Deus que comem os homens não só o seu povo, senão declaradamente a sua plebe” (2º parágrafo)

Reescrito em ordem direta, tal trecho assume a seguinte forma:
a) Deus diz que os homens, senão declaradamente a sua plebe, comem não só o seu povo.   
b) Diz Deus que os homens comem não só o seu povo, senão declaradamente a sua plebe.   
c) Deus diz que os homens comem não só o seu povo, senão a sua plebe declaradamente.   
d) Os homens comem não só o seu povo, senão a sua plebe declaradamente, diz Deus.   
e) Os homens comem não só o seu povo, diz Deus, senão declaradamente a sua plebe.   

5. (IFBA 2016) Leia a letra de música abaixo e responda ao que se pede na questão a seguir.

O Segundo Sol
(Cássia Eller)
Quando o segundo sol chegar
Para realinhar as órbitas dos planetas
Derrubando com assombro exemplar
O que os astrônomos diriam
Se tratar de um outro cometa

Não digo que não me surpreendi
Antes que eu visse você disse
E eu não pude acreditar
Mas você pode ter certeza

De que seu telefone irá tocar
Em sua nova casa
Que abriga agora a trilha
Incluída nessa minha conversão

Eu só queria te contar
Que eu fui lá fora
E vi dois sóis num dia
E a vida que ardia sem explicação

Explicação, não tem explicação
Explicação, não
Não tem explicação
Explicação, não tem
Não tem explicação
Explicação, não tem
Explicação, não tem
Não tem 
Disponível em: http://letras.mus.br/cassia-eller/12570/. Acesso em: 19.09.2015.

As quatro primeiras orações da segunda estrofe apresentam os sujeitos classificados, respectivamente, em:
a) oculto, oculto, oculto, oculto.   
b) oculto, oculto, simples, simples.   
c) simples, simples, simples, simples.   
d) oculto, indeterminado, simples, simples.   
e) indeterminado, indeterminado, simples, simples.   

6. (Upe 2015) Em agosto de 2005, a Revista Língua fez uma entrevista com Millôr Fernandes, o escritor escolhido para ser o homenageado da FLIP 2014. Eis, aqui, alguns trechos dessa entrevista.

Língua – Fazer humor é levar a sério as palavras ou brincar com elas?
Millôr – Humor, você tem ou não tem. Pode ser do tipo mais profundo, mais popular, mas tem de ter. 1Você vai fazendo e, sem querer, a coisa sai engraçada. Dá para perceber quando a construção é forçada. Tenho uma capacidade muito natural de perceber bobagem e destruir a coisa.
Língua – Com que língua você mais gosta de trabalhar?
Millôr – Não aprendi línguas até hoje (risos). 3Gosto de trabalhar com o português, embora inglês seja a que eu mais leio. Nunca tive temor de nada. Deve-se julgar as obras pelo que elas têm de qualidade, não por serem de fulano ou beltrano. Shakespeare fez muita besteira, mas tem três ou quatro obras perfeitas, e Macbeth é uma delas.
Língua – Na sua opinião, quais vantagens o português possui em comparação a outras línguas que você conhece?
Millôr – A principal vantagem é a de ser a minha língua. Ninguém fala duas línguas. Essa ideia de um espião que fala múltiplas línguas não passa de mentira. Vai lá no meio do jogo dizer “salame minguê, um sorvete colorê...” ou “velho guerreiro”. Os modismos da língua, as coisas ocasionais, não são acessíveis a quem não é nativo. Toda pessoa tem habilidade só no seu idioma. Você pode aprender uma, dez, sei lá quantas expressões de outra língua, mas ainda existirão outras mil – 4como é que se vai fazer? A língua portuguesa tem suas particularidades. Como outras também. Aprendi desde cedo a ter o cuidado de não rimar ao escrever uma frase. Sobretudo em “-ão”.
Língua – Quais as normas mais loucas ou mais despropositadas da língua portuguesa?
Millôr – Toda pesquisa de linguagem é perigosa porque tem o caráter de induzir o sentido. Não tenho nenhum carinho especial por gramáticos. Na minha vida inteira sempre fui violento [no ataque às regras do idioma], porque a língua é a falada, a outra é apenas uma forma de você registrar a fala. Se todo mundo erra na crase é a regra da crase que está errada, como aliás está. Se você vai a Portugal, pode até encontrar uma reverberação que indica a crase. Não aqui. Aqui, no Brasil, a crase não existe.
Língua – Mas a fala brasileira é mutante e díspar, cada região tem sua peculiaridade. Como romper regras da língua sem cair no vale-tudo?
Millôr 5Se não houver norma, não há como transgredir. A língua tem variantes, mas temos de ensinar a escrever o padrão. Quem transgride tem nome ou peito, que o faça e arque com as consequências. Mas insisto que a escrita é apenas o registro da língua falada. De Machado de Assis pra cá, tudo mudou. A língua alemã fez reforma ortográfica há 50 anos, correta. Aqui, na minha geração, já foram três reformas do gênero, uma mais maluca que a outra. 6Botaram acento em “boemia”, escreveram “xeque” quando toda língua busca lembrar o árabe shaik, insistiram que o certo é “veado” quando o Brasil inteiro pronuncia “viado”. Como chegaram a tais conclusões? Essas coisas são idiotas e cabe a você aceitar ou não. Veja o caso da crase. A crase, na prática, não existe no português do Brasil. Já vi tábuas de mármore com crase errada. Se todo mundo erra, a crase é quem está errada. Se vamos atribuir crase ao masculino “dar àquele”, por que não fazer o mesmo com “dar alguém”? 2Não podemos. 
Disponível em: http://revistalingua.uol.com.br/textos/97/millor-fernandeso-senhor-das-palavras-247893-1.asp. Acesso em: 13/06/2014. Adaptado.

Na nossa língua, temos certa liberdade de posicionar palavras e expressões no texto, a depender dos sentidos que pretendemos expressar. A esse respeito, assinale a alternativa CORRETA, considerando as escolhas feitas no texto.
a) Com o trecho: “Humor, você tem ou não tem.”, o locutor revela que prioriza a organização sintática tradicional: sujeito, verbo, complemento.   
b) Para expressar o sentido pretendido no trecho: “Não aprendi línguas até hoje.”, o termo destacado tem posição livre, podendo ser colocado em qualquer ponto do enunciado.   
c) No trecho: “Toda pessoa tem habilidade no seu idioma.”, a posição do termo destacado faz com que ele incida sobre o segmento “tem habilidade”.   
d) A organização do trecho: “Toda pesquisa de linguagem é perigosa porque tem o caráter de induzir o sentido.” demonstra a opção do locutor em primeiro fazer uma declaração e depois apresentar uma justificativa para o que foi declarado.

e) No trecho: “Aqui, no Brasil, a crase não existe.”, os termos “Aqui” e “no Brasil” podem trocar de posição entre si.   

7. (Uece 2014)  
PORTÃO 
O portão fica bocejando, aberto
para os alunos retardatários.
Não há pressa em viver
nem nas ladeiras duras de subir,
1quanto mais para estudar a insípida cartilha.
Mas se o pai do menino é da oposição,
à 2ilustríssima autoridade municipal,
prima por sua vez da 3sacratíssima
autoridade nacional,
4ah, isso não: o vagabundo
ficará mofando lá fora
e leva no boletim uma galáxia de zeros.

A gente aprende muito no portão
fechado.
ANDRADE, Carlos Drummond de. In: Carlos Drummond de Andrade: Poesia e Prosa. Editora Nova Aguilar:1988. p. 506-507.   

Considere as seguintes afirmações sobre os dois versos finais.
  • I. A separação desses dois versos em uma estrofe é um recurso que enfatiza as ideias de exclusão, parcialidade e preconceito presentes no poema.
  • II. Os dois versos constituem um enunciado que expressa uma afirmação de valor individual ou particular.
  • III. Esse enunciado apresenta a estrutura linguística do axioma (máxima, provérbio, anexim): é breve, expressa um conceito sobre a realidade, tem o objetivo de ensinar e emprega o presente do indicativo.
Está correto o que se afirma apenas em 
a) II.    
b) I e III.    
c) II e III.    
d) I.    

8. (Enem 2013)  Gripado, penso entre espirros em como a palavra gripe nos chegou após uma série de contágios entre línguas. Partiu da Itália em 1743 a epidemia de gripe que disseminou pela Europa, além do vírus propriamente dito, dois vocábulos virais: o italiano influenza e o francês grippe. O primeiro era um termo derivado do latim medievalinfluentia, que significava “influência dos astros sobre os homens”. O segundo era apenas a forma nominal do verbo gripper, isto é, “agarrar”. Supõe-se que fizesse referência ao modo violento como o vírus se apossa do organismo infectado.
RODRIGUES, S. “Sobre palavras”. Veja, São Paulo, 30 nov. 2011.

Para se entender o trecho como uma unidade de sentido, é preciso que o leitor reconheça a ligação entre seus elementos. Nesse texto, a coesão é construída predominantemente pela retomada de um termo por outro e pelo uso da elipse. O fragmento do texto em que há coesão por elipse do sujeito é:
a) “[…] a palavra gripe nos chegou após uma série de contágios entre línguas.”  
b) “Partiu da Itália em 1743 a epidemia de gripe […]”.  
c) “O primeiro era um termo derivado do latim medievalinfluentia, que significava ‘influência dos astros sobre os homens’.”  
d) “O segundo era apenas a forma nominal do verbo gripper […]”.  
e) “Supõe-se que fizesse referência ao modo violento como o vírus se apossa do organismo infectado.”    

9. (Ufpr 2013)  Ao realizar um experimento no laboratório da escola, um estudante fez as seguintes anotações:
— 2 frascos com substâncias em pó, uma amarela, outra branca.
— 10 gramas de cada uma, usando uma balança de precisão.
— Colocadas em uma placa de vidro e misturadas com uma espátula.
— Água em cima da mistura, com um conta-gotas: 2 gotas.
— A mistura ficou alaranjada, esquentou e soltou uma fumaça branca. 

Ao fazer o relatório do experimento, o estudante teve várias dúvidas em relação à redação e escreveu cinco versões, reproduzidas nas alternativas a seguir. Assinale a que faz um relato de forma objetiva, correta e em linguagem adequada a um relatório.
a) Usando uma placa de vidro. Sobre a mesma, pinguei 2 gotas de água em cima. Antes tirei dos frascos contendo as substâncias e misturei 10 gramas do pó A (amarelo) e 10 do pó B (branco) com uma espátula. Depois observei que a mistura ficou alaranjada, esquentou e saiu uma fumaça branca. Foi isso que eu fiz e observei.  
b) A mistura em cima da placa de vidro esquentou, mudou de cor e soltou uma fumaça branca. Isso aconteceu depois que os pós branco e amarelo foram pesados em uma balança de precisão, colocados em cima da placa de vidro, 10 gramas de cada, tudo misturado com uma espátula. A água de um conta-gotas pingou em cima. Foram 2 gotas.  
c) Primeiro peguei 10 gramas das substâncias em pó, que estavam em frascos, uma amarela (A) outra branca (B) e coloquei ambas em uma placa de vidro, onde misturei com uma espátula, com 2 gotas de água em cima. Saiu uma fumaça branca e ficou alaranjada. Conclusão: a mistura das substâncias esquentaram.  
d) Sobre uma placa de vidro foram colocados 10 gramas de cada uma das substâncias A (amarela) e B (branca), em pó, que foram depois misturadas com uma espátula. Com o auxílio de um conta-gotas, foram acrescentadas 2 gotas d'água. Observou-se então o aquecimento da mistura, que, além disso, tornou-se alaranjada e desprendeu uma fumaça branca.  
e) De um frasco com um pó branco e outro amarelo foram subtraídas 10 gramas dos mesmos e colocados ambos em uma placa de vidro. A mistura então desprendeu uma fumaça branca, a temperatura da mesma se elevou tornando-se alaranjada. Isso aconteceu após as substâncias serem misturadas entre si e com 2 gotas de água respectivamente.   

10. (Ueg 2013)   

BRASIL E ÁFRICA SUBSAARIANA: PARCERIA SUL-SUL PARA O CRESCIMENTO 

Atualmente, Brasil e África vêm restabelecendo ligações que 1poderão ter efeitos importantes sobre a prosperidade e o desenvolvimento de ambos. Na última década, a África tornou-se um continente de oportunidades, com tendências econômicas positivas e uma melhor governança. 

O crescimento de alguns países africanos, sua resistência às crises globais recentes e a implementação de reformas de políticas que fortaleceram os mercados e a governança democrática vêm expandindo o comércio e o investimento na região. Apesar dessa tendência positiva, muitos países africanos ainda enfrentam enormes gargalos de infraestrutura, são vulneráveis à mudança do clima e apresentam capacidade institucional deficiente. Consequentemente, a ajuda para o desenvolvimento continua sendo uma das principais fontes de apoio ao desenvolvimento em vários países do continente, de modo que a transferência e a troca de conhecimento ainda são necessidades prementes. 

A partir do final século XX, a África se tornou um dos principais temas da agenda externa do Brasil, que tem demonstrado um interesse cada vez maior em apoiar e participar do desenvolvimento de um continente que se encontra em rápida transformação. A intensificação do engajamento do Brasil com a África não somente demonstra a ambição geopolítica e o interesse econômico do Brasil: os fortes laços históricos e a afinidade com a África diferenciam o Brasil dos demais membros originais do BRICs [grupo formado inicialmente por Brasil, Rússia, Índia e China e que incluiu depois a África do Sul]. 

O crescimento econômico do Brasil, sua atuação crescente no cenário mundial, o sucesso alcançado com a redução da desigualdade social e a experiência de desenvolvimento oferecem lições importantes para os países africanos que, dessa forma, buscam cada vez mais a cooperação, assistência técnica e investimentos do Brasil. Ao mesmo tempo, multinacionais brasileiras, organizações não governamentais e diversos grupos sociais passaram a incluir a África em seus planos. Em outras palavras, a nova África coincide com o Brasil global

Complementando as fortes ligações históricas e culturais, a tecnologia brasileira 2parece ser de fácil adaptabilidade a muitos países africanos em razão das semelhanças geofísicas de solo e de clima. O sucesso recente do Brasil no plano social e econômico atraiu a atenção de muitos países de língua portuguesa com os quais o país possui ligações históricas. 


No que se refere à diplomacia, o Brasil mantém atualmente 37 embaixadas na África, comparado a 17 em 2002, um incremento correspondido pelo aumento do número de embaixadas africanas no Brasil: desde 2003, 17 embaixadas foram abertas em Brasília, somando-se às 16 já existentes, o que representa a maior concentração de embaixadas no Hemisfério Sul. 

Os países da África Subsaariana solicitam cooperação com o Brasil em cinco áreas principais: agricultura tropical; medicina tropical; ensino técnico (em apoio ao setor industrial); energia; e proteção social (figura 1). (Áreas de interesse relativamente menor incluem ensino superior, esportes e ação afirmativa.). 

No que se refere à agricultura, a Empresa de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), em parceria com várias outras instituições brasileiras de pesquisa, atua com parceiros locais na implementação de projetos modelo em agricultura com o objetivo de reproduzir o sucesso alcançado no cerrado brasileiro – semelhante a alguns solos africanos − e aprimorar o desenvolvimento agrícola e o agronegócio na África. 

Investimentos do setor privado brasileiro na África tiveram início nos anos 1980 e chegaram a tal ponto que atualmente as empresas brasileiras atuam em quase todas as regiões do continente, com atividades concentradas nas áreas de infraestrutura, energia e mineração. A presença do Brasil chama a atenção devido à forma como as empresas brasileiras realizam seus negócios; elas tendem a contratar mão de obra local para seus projetos, favorecendo o desenvolvimento de capacidades locais, o que acaba por elevar a qualidade dos serviços e produtos. Dado o ambiente de negócios favorável aos investimentos brasileiros na África, a Agência Brasileira de Exportação vem fomentando a presença de pequenas e médias empresas no continente, por meio de feiras de negócios, por exemplo. As tendências analisadas em estudos internacionais indicam que o Brasil e a África desenvolvem, em conjunto, um modelo de relações Sul-Sul que 3pode ajudar a reunir os dois lados do Atlântico. 

Embora as relações entre o Brasil e a África tenham se intensificado muito na última década, ainda existem desafios consideráveis. Em particular, existe um desconhecimento nos dois lados do Atlântico. A maioria dos brasileiros possui conhecimento limitado e normalmente desatualizado sobre a África; as poucas informações que têm, muitas vezes, se limitam a Angola, Moçambique e, às vezes, à África do Sul. A burocracia de ambos os lados atrasa o comércio marítimo que chega a levar 80 dias, em vez de 10. O Banco Mundial 4poderia contribuir para a superação desses obstáculos, de modo a favorecer a ampliação do relacionamento entre a África e o Brasil e trazer benefícios adicionais para todos. 

BANCO MUNDIAL/IPEA. Ponte sobre o Atlântico. Brasil e África Subsaariana: parceria Sul-Sul para o crescimento. Brasília: [s.n.], 2011. p. 1-8. (Adaptado).  

No trecho “O crescimento econômico do Brasil, sua atuação crescente no cenário mundial, o sucesso alcançado com a redução da desigualdade social e a experiência de desenvolvimento oferecem lições importantes para os países africanos que, dessa forma, buscam cada vez mais a cooperação, assistência técnica e investimentos do Brasil”, são encontradas
a) uma oração e um período composto por coordenação.  
b) duas orações e um período composto por subordinação.  
c) três orações e um período composto por coordenação.  
d) quatro orações e um período composto por subordinação.    

11. (Ufpr 2013) 
Dez anos de Flip 

Ao mesmo tempo, poucos eventos culturais despertam reações tão contraditórias quanto a Flip (Festa Literária Internacional de Paraty), desde que, há dez anos, ela fez de Paraty uma das capitais mundiais da literatura. Recorrendo à polarização proposta por Umberto Eco décadas atrás, há os apocalípticos e os integrados. Para os primeiros, a Flip é um show midiático patrocinado pelas grandes corporações da vida editorial, uma prova de como o capitalismo compra e corrompe tudo – e podemos encontrar sinais de "apocalipse" até no insuspeito escritor Jonathan Franzen (capa da Time como "o romancista da América"). Em sua palestra lembrou que, ao chegar a Paraty, encontrou placas enormes com propaganda de um cartão de crédito e, sussurrou, conspirador, "isso já diz muita coisa". Os americanos também adoram falar mal do dinheiro. 

Franzen é um realista de carteirinha. Mas outro grande escritor, este de vocação nefelibata, o espanhol Enrique Vila-Matas, denuncia com uma certa volúpia a "extinção da literatura", entregue hoje ao horror das leis do mercado. Bem, não tomemos ao pé da letra a afirmação, uma licença poética transcendente – segundo o clássico gosto ibérico, a realidade é uma consequência do desejo, e não o contrário. A ideia apocalíptica pressupõe uma utopia poética, mas também política, redentora e pura, onde a arte, enfim, brilhará como um diamante intocado pelo mundo real. 

Enquanto isso não acontece, os integrados leem livros, pedem autógrafos, lotam as tendas da Flip, bebem cachaça, passeiam pela cidade histórica, conversam fiado, odeiam alguns autores e amam outros; há um clima de devoção e um culto das celebridades que faz parte do pacote (a diária num hotel de Paraty durante a Flip é uma das mais caras do mundo).
(Adaptado de TEZZA, Cristovão. Dez anos de Flip. Gazeta do Povo, 30 jul. 2012.)

Em que alternativa o texto foi sintetizado adequadamente?

a) As contradições da Flip são explicitadas por alguns escritores, chamados de apocalípticos, que adoram falar mal do dinheiro. Um deles é o insuspeito Jonathan Franzen, conhecido como "o romancista da América". Mas as diárias de um hotel durante o evento são caríssimas.  
b) A Flip desperta reações contraditórias. Para resolver isso, a organização deveria ter mais cuidado na escolha dos patrocinadores, pois o capitalismo compra e corrompe tudo. Quem aponta isso é o espanhol Enrique Vila-Matas, segundo o qual as leis de mercado estão destruindo a literatura.  
c) O público que frequenta a Flip não está interessado nas polêmicas dos escritores convidados para o evento, sejam eles apocalípticos ou integrados, segundo a polarização formulada por Umberto Eco. Quer aproveitar a festa: passear, conversar, conseguir autógrafos, tirar o maior proveito possível do alto preço pago pela hospedagem.  
d) Segundo Umberto Eco, há os apocalípticos e os integrados. Na Flip, os dois grupos têm reações contraditórias: os primeiros falam mal do dinheiro, os outros gastam sem reclamar. Mas para ambos o evento pode ser definido como um show para a promoção e divulgação internacional de autores e obras de interesse das grandes corporações editoriais.  
e) Desde sua criação, a Flip provoca reações contraditórias: de um lado há os que consideram o evento um espetáculo em que predominam os interesses das grandes editoras; de outro os que curtem o evento sem maiores questionamentos. A partir da dicotomia proposta por Umberto Eco, os primeiros seriam os apocalípticos e os últimos os integrados.   

12. (Unesp 2013) A questão toma por base um poema de Luís Delfino (1834-1910) e a reprodução de um mosaico da Catedral de Monreale.
Jesus Pantocrátor1 

Há na Itália, em Palermo, ou pouco ao pé, na igrejaDe Monreale, feita em mosaico, a divinaFigura de Jesus Pantocrátor: dominaAquela face austera, aquele olhar troveja.

Não: aquela cabeça é de um Deus, não se inclina.À árida pupila a doce, a benfazejaLágrima falta, e o peito enorme não arquejaÀ dor. Fê-lo tremendo a ficção bizantina2. 

Este criou o inferno, e o espetáculo hediondoQue há nos frescos3 de Santo Stefano Rotondo4;Este do mundo antigo espedaçado assoma...

Este não redimiu; não foi à Cruz: olhai-o:Tem o anátema5 à boca, às duas mãos o raio,E em vez do espinho à fronte as três coroas de Roma.
(Luís Delfino. Rosas negras, 1938.)

(1) Pantocrátor: que tudo rege, que governa tudo.
(2) Bizantina: referente ao Império Romano do Oriente (330-1453 d.C.) e às manifestações culturais desse império.
(3) Fresco: o mesmo que afresco, pintura mural que resulta da aplicação de cores diluídas em água sobre um revestimento ainda fresco de argamassa, para facilitar a absorção da tinta.
(4) Santo Stefano Rotondo: igreja erigida por volta de 460 d.C., em Roma, em homenagem a Santo Estêvão (Stefano, em italiano), mártir do cristianismo.
(5) Anátema: reprovação enérgica, sentença de maldição que expulsa da Igreja, excomunhão. 
À árida pupila a doce, a benfazeja / lágrima falta. 

A inversão das posições usuais dos termos da oração, provocada pela necessidade de completar o número de sílabas e obedecer às posições dos acentos tônicos nos versos, por vezes dificulta a percepção das relações sintáticas entre esses termos. É o caso da oração destacada, que ocupa o sexto e parte do sétimo versos. Em discurso não versificado, essa oração apresentaria usualmente a seguinte disposição de termos:

a) A doce, a benfazeja lágrima falta à árida pupila.  
b) A doce, a benfazeja pupila falta à árida lágrima.  
c) Falta a lágrima a doce, a benfazeja à árida pupila.  
d) Falta à pupila a árida, a doce, a benfazeja lágrima.  
e) À pupila doce a lágrima, a árida, a benfazeja falta.    

13. (Unifesp 2013) 
Quando o falante de uma língua depara um conjunto de duas palavras, intuitivamente é levado a sentir entre elas uma relação sintática, mesmo que estejam fora de um contexto mais esclarecedor.

Assim, além de captar o sentido básico das duas palavras, o receptor atribui-lhes uma gramática – formas e conexões. Isso acontece porque ele traz registrada em sua mente toda a sintaxe, todos os padrões conexionais possíveis em sua língua, o que o torna capaz de reconhecê-los e identificá-los. As duas palavras não estão, para ele, apenas dispostas em ordem linear: estão organizadas em uma ordem estrutural.

A diferença entre ordem estrutural e ordem linear torna-se clara se elas não coincidem, como nesta frase que um aluno criou em aula de redação, quando todos deviam compor um texto para outdoor, sobre uma fotografia da célebre cabra de Picasso: “Beba leite de cabra em pó!”. Como todos rissem, o autor da frase emendou: “Beba leite em pó de cabra!”.

Pior a emenda do que o soneto.
(Flávia de Barros Carone. Morfossintaxe, 1986. Adaptado.) 

De acordo com o texto, a ordem estrutural diz respeito à macroestrutura da frase e a ordem linear à manifestação concreta, palavra após palavra, dos constituintes da oração. Assinale a alternativa em que, no par de palavras em destaque, em texto de Paulo Cesarino Costa, publicado na Folha de S.Paulo de 02.08.2012, há coincidência entre essas duas ordens.

a) Exceto pelo fato de que dividirão, com outras dezenas de esportes, as atenções de TVs e rádios, portais de internet, jornais e revistas nos próximos dias numa rara disputa, de onde sairão dois retratos do Brasil.  
b) Nas paredes do Instituto Moreira Salles, pode-se ver diferentes concepções de fotojornalismo: da beleza pouco comprometida com a veracidade de Jean Manzon à objetividade das imagens de guerra de Luciano Carneiro.  
c) Num mundo cada vez mais dominado pela reprodução eletrônica e imagética dos acontecimentos, há uma interessante oportunidade de resgatar o momento em que a imagem começou a questionar o poder da palavra.  
d) A revista O Cruzeiro seguia a cartilha da revista norte-americana Life, que preconizava “um novo jornalismo, no qual as imagens formam o texto e as palavras ilustram as imagens”.  
e) Serão 11 estrelas na tela, mas os ministros do STF e suas capas negras pouco têm a ver com os 11 amarelinhos de Mano Menezes na busca do ouro olímpico.  

14. (IFSP 2013)  Leia o seguinte trecho de uma receita de cozinha.
1. Misture a manteiga com a farinha peneirada e junte sal. Incorpore depois o ovo e a gema.2. Adicione o leite, aos poucos, mexendo sempre até obter um preparado uniforme.(...)4. Vire a panqueca para que cozinhe de ambos os lados. Retire e recheie com uma fatia de queijo e outra de presunto. Enrole, dobre as pontas e sirva. 

A primeira orientação para o preparo da receita de panqueca é apresentada em duas frases. É possível reescrevê-las em uma única frase, sem alterar a informação original, da seguinte maneira:
a) Assim que incorporar o ovo e a gema, misture a manteiga com a farinha peneirada e junte sal.  
b) Sucedendo a incorporação do ovo e da gema, misture a manteiga com a farinha peneirada e junte sal.  
c) Antes da incorporação do ovo e da gema, misture a manteiga com a farinha peneirada e junte sal.  
d) Depois de incorporar o ovo e a gema, misture a manteiga com a farinha peneirada e junte sal.  
e) Quando incorporar o ovo e a gema, misture a manteiga com a farinha peneirada e junte sal.   
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